Homem é preso suspeito de agredir mulher grávida e provocar aborto no Brejo da Paraíba

Um homem foi preso suspeito de agredir a mulher grávida e provocar o aborto dela na cidade de Alagoa Nova, no Brejo da Paraíba, de acordo com a Polícia Civil. O caso foi divulgado nesta terça-feira (3), mas a prisão do suspeito aconteceu na segunda-feira (2). 

Segundo as investigações, no dia 22 de maio, o homem foi até a residência da mulher, que fica localizada em Alagoa Nova, e a agrediu com socos. Em depoimento, a mulher disse que durante as agressões o homem teria dito que “colocaria a cabeça dela em uma estaca” caso ela se envolvesse em outro relacionamento. Um mandado de prisão foi expedido contra o suspeito naquela ocasião. 

A polícia informou ainda que, em consequência de agressões físicas anteriores ao episódio ocorrido em maio, nesse caso sofridas no sítio Bonito, zona rural do município, ela passou por um aborto e precisou se submeter a procedimento médico de curetagem. 

O homem suspeito vai responder pelos crimes de de lesão corporal, ameaça e aborto provocado por terceiro, todos cometidos no contexto da Lei Maria da Penha. A prisão foi feita em caráter preventivo.

Com G1 Paraíba

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Um homem, que não teve a identidade divulgada, foi preso nesta quinta-feira (3), em Serra Branca, no Cariri paraibano, suspeito de envolvimento em um caso de tortura, sequestro e lesões corporais praticados em um contexto de violência motivada por homofobia. A prisão ocorreu após investigações da Polícia Civil.

Segundo a corporação, os crimes aconteceram em fevereiro de 2020. Na ocasião, um professor, que tinha 45 anos à época, teria sido retirado à força de sua própria residência e levado contra a vontade para uma região rural do município.

Ainda conforme as investigações, a vítima foi submetida a intenso sofrimento físico e psicológico por quatro homens. Os suspeitos teriam utilizado agressões e outras formas de violência relacionadas à discriminação por sua orientação sexual.

As agressões provocaram ferimentos que fizeram com que o professor precisasse receber atendimento hospitalar e passar por um procedimento cirúrgico.

A Polícia Civil apurou ainda que o crime teria sido planejado como uma forma de represália depois da divulgação, nas redes sociais, de um vídeo relacionado à vida íntima da vítima.

A possível motivação discriminatória foi considerada durante a investigação e poderá ser levada em conta na responsabilização penal, conforme a análise dos elementos reunidos no procedimento.

Após a prisão, o investigado foi encaminhado para uma unidade policial, onde foram realizados os procedimentos legais. Em seguida, ele ficará à disposição da Justiça.

As investigações continuam. A identidade da vítima e outras informações relacionadas ao caso permanecem preservadas em razão do sigilo do procedimento.

De Olho no Cariri