Mulher é suspeita de jogar gatos do 8º andar de prédio após discussão com namorado, em Campina Grande

Uma mulher é suspeita de ter jogado dois gatos do oitavo andar de um prédio após uma discussão com o namorado, em Campina Grande, no último domingo (1º). O caso se tornou público nesta terça-feira (3), e os animais não resistiram à queda. 

Durante a discussão, o homem afirmou que ia embora e, neste momento, a mulher teria pego os gatos de estimação do casal e arremessado do prédio. 

Segundo informações repassadas pela Polícia Civil à TV Paraíba, o casal teria ido ao Parque do Povo, para a festa de São João, e ao retornarem para casa, iniciaram uma discussão. 

Segundo a delegada Ellen Maria, a mulher foi identificada e conduzida à delegacia. Ela foi indiciada pelo crime de maus-tratos e, se condenada, pode pegar uma pena de 2 a 5 anos de prisão, tempo que pode ser aumentado por ter causado a morte dos animais.

De Olho no Cariri

Com G1 Paraíba

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Um homem, que não teve a identidade divulgada, foi preso nesta quinta-feira (3), em Serra Branca, no Cariri paraibano, suspeito de envolvimento em um caso de tortura, sequestro e lesões corporais praticados em um contexto de violência motivada por homofobia. A prisão ocorreu após investigações da Polícia Civil.

Segundo a corporação, os crimes aconteceram em fevereiro de 2020. Na ocasião, um professor, que tinha 45 anos à época, teria sido retirado à força de sua própria residência e levado contra a vontade para uma região rural do município.

Ainda conforme as investigações, a vítima foi submetida a intenso sofrimento físico e psicológico por quatro homens. Os suspeitos teriam utilizado agressões e outras formas de violência relacionadas à discriminação por sua orientação sexual.

As agressões provocaram ferimentos que fizeram com que o professor precisasse receber atendimento hospitalar e passar por um procedimento cirúrgico.

A Polícia Civil apurou ainda que o crime teria sido planejado como uma forma de represália depois da divulgação, nas redes sociais, de um vídeo relacionado à vida íntima da vítima.

A possível motivação discriminatória foi considerada durante a investigação e poderá ser levada em conta na responsabilização penal, conforme a análise dos elementos reunidos no procedimento.

Após a prisão, o investigado foi encaminhado para uma unidade policial, onde foram realizados os procedimentos legais. Em seguida, ele ficará à disposição da Justiça.

As investigações continuam. A identidade da vítima e outras informações relacionadas ao caso permanecem preservadas em razão do sigilo do procedimento.

De Olho no Cariri