PELADONA: ‘influencer’ é presa após desfilar nua pelos corredores de hotel na Paraíba

Uma mulher, que se intitula ‘digital influencer’, foi presa ontem (1º) após andar nua pelos corredores de um hotel. O fato ocorreu no município de Guarabira, Brejo do estado. A informação foi confirmada pelo major Josélio, do 4º Batalhão de Polícia Militar (BPM).

Segundo a PM, a mulher estava no local praticando atos libidinosos. Ao ser abordada, ela resistiu a prisão, sendo necessário o uso de algemas para contê-la e garantir a segurança de todos os envolvidos.

“No Hotel ela estava desfilando nua, sem as roupas íntimas. E mostrando todo o corpo. Ela estava com tanga , uma tanga de renda.”, explicou o major da PM.

Durante o procedimento na delegacia, a detida também causou danos a um equipamento (impressora) da unidade policial.

A imprensa apurou que a mulher que se diz influencer, identificada como ‘Nigrid Catiany’ é natural do Rio Grande do Norte e teria transtornos psicológicos.

Além deste episódio no hotel, ela teria tentando entrar em um condomínio sem permissão e feito um tumulto em um espetinho de Guarabira.

Com ClickPB

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Um homem, que não teve a identidade divulgada, foi preso nesta quinta-feira (3), em Serra Branca, no Cariri paraibano, suspeito de envolvimento em um caso de tortura, sequestro e lesões corporais praticados em um contexto de violência motivada por homofobia. A prisão ocorreu após investigações da Polícia Civil.

Segundo a corporação, os crimes aconteceram em fevereiro de 2020. Na ocasião, um professor, que tinha 45 anos à época, teria sido retirado à força de sua própria residência e levado contra a vontade para uma região rural do município.

Ainda conforme as investigações, a vítima foi submetida a intenso sofrimento físico e psicológico por quatro homens. Os suspeitos teriam utilizado agressões e outras formas de violência relacionadas à discriminação por sua orientação sexual.

As agressões provocaram ferimentos que fizeram com que o professor precisasse receber atendimento hospitalar e passar por um procedimento cirúrgico.

A Polícia Civil apurou ainda que o crime teria sido planejado como uma forma de represália depois da divulgação, nas redes sociais, de um vídeo relacionado à vida íntima da vítima.

A possível motivação discriminatória foi considerada durante a investigação e poderá ser levada em conta na responsabilização penal, conforme a análise dos elementos reunidos no procedimento.

Após a prisão, o investigado foi encaminhado para uma unidade policial, onde foram realizados os procedimentos legais. Em seguida, ele ficará à disposição da Justiça.

As investigações continuam. A identidade da vítima e outras informações relacionadas ao caso permanecem preservadas em razão do sigilo do procedimento.

De Olho no Cariri