WhatsApp deixará de funcionar em diversos aparelhos a partir de 1º de junho; confira a lista

A partir de domingo, 1º de junho de 2025, o WhatsApp deixará de operar em diversos modelos de smartphones que utilizam sistemas operacionais antigos. A decisão da Meta, empresa responsável pelo aplicativo, foi publicada no O Globo,  alertando usuários sobre a necessidade de manter os sistemas atualizados para continuar utilizando o serviço.

De acordo com a empresa, os dispositivos que não contam com o Android 5.0 (ou versões superiores) e o iOS 15.0 (ou mais recentes) não conseguirão rodar as próximas atualizações do app. Isso significa que aparelhos lançados há cerca de uma década — e que já não recebem atualizações dos sistemas operacionais — perderão o acesso ao aplicativo de mensagens mais utilizado do mundo.

A Meta justificou a decisão com base na constante evolução do aplicativo: “O WhatsApp passa por atualizações frequentes para oferecer novas funções e mais segurança. Algumas dessas melhorias exigem recursos que não estão disponíveis em sistemas antigos”, informa a empresa.

Entre os aparelhos que deixarão de ser compatíveis com o WhatsApp estão modelos populares da Samsung, Apple e LG, especialmente os lançados entre 2012 e 2015. A recomendação da empresa é que os usuários verifiquem a versão do sistema operacional do seu dispositivo e, se possível, realizem uma atualização. Caso contrário, será necessário considerar a troca do aparelho.

Confira a lista de modelos que perderão o suporte ao WhatsApp a partir de junho:

Samsung

  •  Galaxy S3
  •  Galaxy Note 2
  •  Galaxy Ace 3
  •  Galaxy S4 Mini
  •  Galaxy Core
  •  Galaxy Trend Lite
  •  Galaxy Trend II
  •  Galaxy Ace 2
  •  Galaxy S3 Mini
  •  Galaxy Xcover 2

Apple (iPhone)

  •  iPhone 5
  •  iPhone 5c
  •  iPhone 5s
  •  iPhone 6
  •  iPhone 6 Plus
  •  iPhone 6s
  •  iPhone 6s Plus
  •  iPhone SE (1ª geração)

LG

  •  Optimus G
  •  Nexus 4
  •  G2 Mini
  •  L90
  •  Optimus L3 II Dual
  •  Optimus L5 II
  •  Optimus F5
  •  Optimus L3 II
  •  Optimus L7 II
  •  Optimus L5 Dual
  •  Optimus L7 Dual
  •  Optimus F3
  •  Optimus F3Q
  •  Optimus L2 II
  •  Optimus L4 II
  •  Optimus F6
  •  Enact
  •  Lucid 2
  •  Optimus F7

A medida, embora afete uma parcela de usuários, está alinhada à política de outras grandes empresas de tecnologia, que também encerram o suporte a versões antigas de software para manter a segurança e o bom funcionamento de seus serviços. Para quem ainda utiliza esses aparelhos, é recomendável buscar alternativas antes da data-limite para evitar a interrupção do serviço.

Com MSN

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Um homem, que não teve a identidade divulgada, foi preso nesta quinta-feira (3), em Serra Branca, no Cariri paraibano, suspeito de envolvimento em um caso de tortura, sequestro e lesões corporais praticados em um contexto de violência motivada por homofobia. A prisão ocorreu após investigações da Polícia Civil.

Segundo a corporação, os crimes aconteceram em fevereiro de 2020. Na ocasião, um professor, que tinha 45 anos à época, teria sido retirado à força de sua própria residência e levado contra a vontade para uma região rural do município.

Ainda conforme as investigações, a vítima foi submetida a intenso sofrimento físico e psicológico por quatro homens. Os suspeitos teriam utilizado agressões e outras formas de violência relacionadas à discriminação por sua orientação sexual.

As agressões provocaram ferimentos que fizeram com que o professor precisasse receber atendimento hospitalar e passar por um procedimento cirúrgico.

A Polícia Civil apurou ainda que o crime teria sido planejado como uma forma de represália depois da divulgação, nas redes sociais, de um vídeo relacionado à vida íntima da vítima.

A possível motivação discriminatória foi considerada durante a investigação e poderá ser levada em conta na responsabilização penal, conforme a análise dos elementos reunidos no procedimento.

Após a prisão, o investigado foi encaminhado para uma unidade policial, onde foram realizados os procedimentos legais. Em seguida, ele ficará à disposição da Justiça.

As investigações continuam. A identidade da vítima e outras informações relacionadas ao caso permanecem preservadas em razão do sigilo do procedimento.

De Olho no Cariri