Homem é preso por crime cometido há 27 anos em festa de forró na Paraíba

Um homem de 51 anos foi preso, na manhã desta terça-feira (27), por ter assassinado, à tiros, José de Assis Cândido da Silva, no dia 17 de maio de 1997, nas imediações da “Pedra de Santo Antônio”, localizada no município de Fagundes, na Paraíba.

Segundo as investigações realizadas pela Polícia Civil, o crime foi motivado por uma briga anterior em uma festa de “forró” ocorrida naquela localidade.

Depois da discussão, o suspeito deixou o local e retornou armado de revólver, efetuando disparos que atingiram fatalmente José de Assis, além de ferir a outra vítima José Carlos da Silva.

O mandado de prisão preventiva foi expedido pelo juízo da 1ª Vara Mista de Queimadas. O homem se encontra recolhido na carceragem da Cidade da Polícia Civil de Campina Grande, aguardando a realização de audiência de custódia.

MaisPB

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Um homem, que não teve a identidade divulgada, foi preso nesta quinta-feira (3), em Serra Branca, no Cariri paraibano, suspeito de envolvimento em um caso de tortura, sequestro e lesões corporais praticados em um contexto de violência motivada por homofobia. A prisão ocorreu após investigações da Polícia Civil.

Segundo a corporação, os crimes aconteceram em fevereiro de 2020. Na ocasião, um professor, que tinha 45 anos à época, teria sido retirado à força de sua própria residência e levado contra a vontade para uma região rural do município.

Ainda conforme as investigações, a vítima foi submetida a intenso sofrimento físico e psicológico por quatro homens. Os suspeitos teriam utilizado agressões e outras formas de violência relacionadas à discriminação por sua orientação sexual.

As agressões provocaram ferimentos que fizeram com que o professor precisasse receber atendimento hospitalar e passar por um procedimento cirúrgico.

A Polícia Civil apurou ainda que o crime teria sido planejado como uma forma de represália depois da divulgação, nas redes sociais, de um vídeo relacionado à vida íntima da vítima.

A possível motivação discriminatória foi considerada durante a investigação e poderá ser levada em conta na responsabilização penal, conforme a análise dos elementos reunidos no procedimento.

Após a prisão, o investigado foi encaminhado para uma unidade policial, onde foram realizados os procedimentos legais. Em seguida, ele ficará à disposição da Justiça.

As investigações continuam. A identidade da vítima e outras informações relacionadas ao caso permanecem preservadas em razão do sigilo do procedimento.

De Olho no Cariri