Polícia Militar recupera moto roubada e apreende veículo adulterado em Monteiro

Em mais uma ação eficaz de combate à criminalidade, a Polícia Militar da Paraíba, por meio do 11° Batalhão, recuperou uma motocicleta com restrição de roubo/furto e apreendeu um veículo com sinais de adulteração na cidade de Monteiro. A ação ocorreu nesta quinta-feira, 22 de maio, durante a Operação Força Total.

Durante rondas ostensivas na cidade, a guarnição da Força Tática identificou uma motocicleta em atitude suspeita. Após a abordagem e consulta ao sistema, foi confirmado que o veículo possuía registro de roubo/furto.

Na mesma operação, os policiais localizaram outro veículo com indícios visíveis de adulteração nos elementos identificadores, o que configura crime previsto no Código Penal Brasileiro. Diante dos fatos, os envolvidos foram detidos e conduzidos, juntamente com os veículos, à Delegacia de Polícia Civil de Monteiro, onde foram adotadas as medidas legais cabíveis.

A ação foi coordenada pelo 11° BPM, sob o comando do 1° Sargento Ylton Sales Silva, e faz parte das estratégias da Operação Força Total, que visa intensificar o policiamento preventivo em toda a região do Cariri paraibano.

“Polícia forte, sociedade segura” – é o lema que norteia ações como essa, que reforçam a segurança da população e o combate constante à criminalidade.

De Olho no Cariri
Com 11ª Batalhão de Polícia

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Um homem, que não teve a identidade divulgada, foi preso nesta quinta-feira (3), em Serra Branca, no Cariri paraibano, suspeito de envolvimento em um caso de tortura, sequestro e lesões corporais praticados em um contexto de violência motivada por homofobia. A prisão ocorreu após investigações da Polícia Civil.

Segundo a corporação, os crimes aconteceram em fevereiro de 2020. Na ocasião, um professor, que tinha 45 anos à época, teria sido retirado à força de sua própria residência e levado contra a vontade para uma região rural do município.

Ainda conforme as investigações, a vítima foi submetida a intenso sofrimento físico e psicológico por quatro homens. Os suspeitos teriam utilizado agressões e outras formas de violência relacionadas à discriminação por sua orientação sexual.

As agressões provocaram ferimentos que fizeram com que o professor precisasse receber atendimento hospitalar e passar por um procedimento cirúrgico.

A Polícia Civil apurou ainda que o crime teria sido planejado como uma forma de represália depois da divulgação, nas redes sociais, de um vídeo relacionado à vida íntima da vítima.

A possível motivação discriminatória foi considerada durante a investigação e poderá ser levada em conta na responsabilização penal, conforme a análise dos elementos reunidos no procedimento.

Após a prisão, o investigado foi encaminhado para uma unidade policial, onde foram realizados os procedimentos legais. Em seguida, ele ficará à disposição da Justiça.

As investigações continuam. A identidade da vítima e outras informações relacionadas ao caso permanecem preservadas em razão do sigilo do procedimento.

De Olho no Cariri