Na Paraíba: homem é morto a tiros dentro de hospital; mãe presenciou o crime

Um homicídio foi registrado na madrugada desta quinta-feira (22), dentro do Hospital Trauminha de Mangabeira, na zona sul de João Pessoa. Segundo informações. um homem chegou a unidade de saúde para saturar o pé, acompanhado da mãe. Momentos depois, uma dupla chegou ao local e efetuou disparos.

A informação foi detalhada pela Polícia Militar, por meio do 5º Batalhão (BPM). O crime ocorreu por volta das 2h e a dupla estava com capacetes. A vítima foi identificada como Rodrigo Gomes Ferreira, de 29 anos. Ele residia no bairro Alto do Céu, zona norte da capital.

Com os tiros, o homem veio a óbito no local. A Guarda Civil Municipal (GCM) e a Polícia Militar estiveram no Trauminha, que é um dos maiores hospitais públicos da capita.

Até o momento ninguém foi preso. O caso deve ser investigado pela Polícia Civil.

COMPARTILHE ESSA NOTÍCIA

Facebook
WhatsApp
Print

Um homem, que não teve a identidade divulgada, foi preso nesta quinta-feira (3), em Serra Branca, no Cariri paraibano, suspeito de envolvimento em um caso de tortura, sequestro e lesões corporais praticados em um contexto de violência motivada por homofobia. A prisão ocorreu após investigações da Polícia Civil.

Segundo a corporação, os crimes aconteceram em fevereiro de 2020. Na ocasião, um professor, que tinha 45 anos à época, teria sido retirado à força de sua própria residência e levado contra a vontade para uma região rural do município.

Ainda conforme as investigações, a vítima foi submetida a intenso sofrimento físico e psicológico por quatro homens. Os suspeitos teriam utilizado agressões e outras formas de violência relacionadas à discriminação por sua orientação sexual.

As agressões provocaram ferimentos que fizeram com que o professor precisasse receber atendimento hospitalar e passar por um procedimento cirúrgico.

A Polícia Civil apurou ainda que o crime teria sido planejado como uma forma de represália depois da divulgação, nas redes sociais, de um vídeo relacionado à vida íntima da vítima.

A possível motivação discriminatória foi considerada durante a investigação e poderá ser levada em conta na responsabilização penal, conforme a análise dos elementos reunidos no procedimento.

Após a prisão, o investigado foi encaminhado para uma unidade policial, onde foram realizados os procedimentos legais. Em seguida, ele ficará à disposição da Justiça.

As investigações continuam. A identidade da vítima e outras informações relacionadas ao caso permanecem preservadas em razão do sigilo do procedimento.

De Olho no Cariri