Veículo invade contramão, atropela e mata agricultor na zona rural de Taperoá

O agricultor Inácio Barbosa Vilar, morreu atropelado neste domingo (28) na PB-238, na zona rural do município de Taperoá, Cariri paraibano.

De acordo com informações, Luka do Jundiá, como era popularmente conhecido, conversava as margens da rodovia sentado em sua motocicleta olhando um poço artesiano e conversando com um sobrinho, quando uma SW4 surgiu na contramão e o atropelou ambos.

A informação é de que tio e sobrinho chegaram a observar o veículo na contramão a cerca de 200 metros de distância, mas acharam que o motorista iria entrar para uma das casas da localidade e voltaram a conversar.

Porém o veículo continuou trafegando e bateu violentamente em Luka do Jundiá, que foi arremessado com a sua motocicleta para longe, enquanto seu sobrinho sofreu ferimentos leves.

A SW4 era pilotada por um homem que vinha da cidade de Princesa Isabel, no Sertão, e trafegava no sentido Taperoá e não se feriu no acidente.

O veículo, após bater no agricultor, invadiu um matagal e ficou com a frente destruída.

Segundo apuração do portal, o motorista teria cochilado ao volante.

A Polícia Militar (PM) foi acionada e esteve no local para resguardar o corpo e o veículo para serem parecidos e fazer os primeiros levantamentos da ocorrência.

Três tragédias em pouco tempo na família 

Em um curto período de tempo, essa é a terceira tragédia nessa família.

No dia 31 de março, o comerciante Diogo Vilar, sobrinho de Luka do Jundiá, morreu após capotar a sua Hilux na PB-210, que liga as cidades de Taperoá e São José dos Cordeiros.

Já no dia 4 do corrente mês, ou seja, há duas semanas, o também agricultor Anselmo Galdino, que era casado com uma irmã de Luka, faleceu no sítio Jundiá, ao sofrer uma descarga elétrica enquanto manuseava uma bomba d’água em um barreiro próximo de sua casa.

A Polícia Civil (PC) vai apurar o acidente deste domingo.

Com Heleno Lima

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Um homem, que não teve a identidade divulgada, foi preso nesta quinta-feira (3), em Serra Branca, no Cariri paraibano, suspeito de envolvimento em um caso de tortura, sequestro e lesões corporais praticados em um contexto de violência motivada por homofobia. A prisão ocorreu após investigações da Polícia Civil.

Segundo a corporação, os crimes aconteceram em fevereiro de 2020. Na ocasião, um professor, que tinha 45 anos à época, teria sido retirado à força de sua própria residência e levado contra a vontade para uma região rural do município.

Ainda conforme as investigações, a vítima foi submetida a intenso sofrimento físico e psicológico por quatro homens. Os suspeitos teriam utilizado agressões e outras formas de violência relacionadas à discriminação por sua orientação sexual.

As agressões provocaram ferimentos que fizeram com que o professor precisasse receber atendimento hospitalar e passar por um procedimento cirúrgico.

A Polícia Civil apurou ainda que o crime teria sido planejado como uma forma de represália depois da divulgação, nas redes sociais, de um vídeo relacionado à vida íntima da vítima.

A possível motivação discriminatória foi considerada durante a investigação e poderá ser levada em conta na responsabilização penal, conforme a análise dos elementos reunidos no procedimento.

Após a prisão, o investigado foi encaminhado para uma unidade policial, onde foram realizados os procedimentos legais. Em seguida, ele ficará à disposição da Justiça.

As investigações continuam. A identidade da vítima e outras informações relacionadas ao caso permanecem preservadas em razão do sigilo do procedimento.

De Olho no Cariri