João Pessoa é a capital com maior desigualdade de renda do país, aponta IBGE

João Pessoa é a capital com maior concentração de renda do Brasil, apontam dados divulgados pelo Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE), nesta quinta-feira (5), sobre pobreza e renda na Paraíba. Em 2023, o índice de Gini da capital paraibana, que calcula a desigualdade de renda, era 0,629, o mais alto do país.

Enquanto João Pessoa é apontada como um dos destinos mais procurados do mundo, referência em qualidade de vida e belezas naturais, os indicadores sociais para uma boa parcela dos paraibanos mostram uma realidade diferente. Para se ter uma ideia, o índice de Gini da capital paraibana em 2023 ficou acima de São Paulo, que foi de 0,585.

O índice de Gini é um dos indicadores que mensuram a concentração de renda. Quanto mais próximo de zero, menor é a desigualdade, e quanto mais próximo de 1, maior a desigualdade de renda entre a população. Assim como no Brasil e no Nordeste, na Paraíba os resultados desse indicador têm oscilado ao longo dos últimos dez anos. Porém, no estado, percebe-se uma tendência de crescimento a partir de 2020.

O rendimento médio dos 10% mais ricos em João Pessoa é de R$ 26.070, para os 40% mais pobres da capital esse rendimento é de R$ 972, com uma razão 10/40 igual a 26,8. Esse número é maior do que a média da Paraíba, que é de 18,6, e mais do que o dobro das proporções tanto para o Nordeste como para o Brasil, de 13,2 e 11,9, respectivamente.

Com Paraíba Todo Dia

COMPARTILHE ESSA NOTÍCIA

Facebook
WhatsApp
Print

A três dias do segundo turno das eleições, termina nesta quinta-feira (22) o prazo para que candidatos façam comícios e atividades de campanha. Também é o último dia para a circulação paga ou impulsionada de propaganda eleitoral na internet.

De hoje até 24 horas depois do fim do pleito, ficam vedadas a publicação e a republicação de novos conteúdos produzidos ou alterados por inteligência artificial ou tecnologia equivalente, que use imagem, voz ou manifestação de candidatos ou pessoas públicas.

Até o próximo sábado (24), o Tribunal Superior Eleitoral (TSE) ainda poderá divulgar comunicados, boletins e instruções ao eleitorado, em até dez minutos diários requisitados às emissoras de rádio e de televisão. Parte desse tempo pode ser cedido aos tribunais regionais eleitorais.

No próximo domingo (25), os brasileiros deverão ir às urnas das 8h às 17h, para eleger o próximo presidente da República.

Eleitores do Acre, Amazonas, Distrito Federal, Espírito Santo, Rio Grande do Norte e Tocantins definem ainda o próximo governador ou governadora. Nesses locais, a ordem de votação na urna é: governador e depois presidente.

Além disso, seis cidades brasileiras terão eleições suplementares para prefeito. Nesses municípios, os eleitores votam primeiro em presidente, depois em prefeito.

O TSE recomenda consultar previamente o local de votação no site do tribunal ou no aplicativo e-Título, e que os eleitores levem uma colinha com o número dos candidatos, anotados em papel. É proibido entrar com celular na cabine de votação.

Com Agência Brasil