Em sessão conjunta, ALPB e CMJP discutem hoje o fim da jornada 6×1

A Câmara Municipal de João Pessoa (CMJP) e a Assembleia Legislativa da Paraíba (ALPB) realizam nesta quinta-feira (21) uma sessão especial conjunta para debater o fim da jornada de seis dias de trabalho para um dia de descanso (jornada 6×1). A propositura é do vereador Marcos Henriques (PT) e da deputada estadual Cida Ramos (PT).

O debate sobre a escala 6×1 ganhou força no país, principalmente nas redes sociais, após a apresentação de uma Proposta de Emenda à Constituição (PEC), apresentada pela deputada federal Erika Hilton. A proposta visa alterar o artigo 7º da Constituição, no inciso 8, que trata da jornada de trabalho, propondo a redução para quatro dias semanais.

A PEC que propõe o fim da escala 6×1 e a adoção de quatro dias semanais já atingiu, inclusive, o número de assinaturas necessárias para tramitação no Congresso Nacional.

Uma vez protocolado, após a conferência das assinaturas, o texto seguirá para a CCJ (Comissão de Constituição, Justiça e de Cidadania) da Câmara dos Deputados, que analisará a admissibilidade da proposta.

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Um queijo de leite de cabra com mofo azul produzido em São João do Cariri, na Paraíba, conquistou a medalha de ouro na categoria Mofo Azul durante a ExpoQueijo Brasil 2026, concurso internacional do setor promovido em Araxá, Minas Gerais.

O produto é fabricado pelo caprinocultor Renato Brito, que começou na atividade com a produção de leite em 2009 e passou a fabricar queijos em 2016. Na propriedade, cerca de 20 cabras de diferentes raças fornecem a matéria-prima para a linha de laticínios artesanais.

Além do queijo de mofo azul, uma condição considerada rara, que surge de forma natural na região sem a necessidade de adição manual do fungo, o produtor fabrica tipos como o Boursin, mantido no azeite, e opções cremosas. O processo de fabricação do queijo premiado envolve cuidados específicos de maturação que levam cerca de 30 dias.

O nome ‘Aventureiro’ surgiu como resposta a uma provocação feita em 2024, quando um crítico afirmou que produtores paraibanos não sabiam fazer queijo de leite de cabra e eram apenas ‘aventureiros’.

Atualmente, a produção do queijo premiado é de cerca de 15 quilos por mês. Apesar do reconhecimento internacional e das medalhas acumuladas, o produtor afirma que ainda sonha com a liberação das autorizações sanitárias necessárias para comercializar o alimento em todo o Brasil e conseguir viver exclusivamente da produção de queijo de cabra.