Apagão atinge cidades do Cariri paraibano

Um apagão foi registrado, na madrugada desta sexta-feira (27), em Campina Grande e em cerca de 50 cidades da região da Borborema e Cariri paraibano. A queda de energia aconteceu por volta das 5h20. 

A Energisa informou que o apagão ocorreu devido a uma falha na transmissora de energia, a Companhia Hidro Elétrica do São Francisco (CHESF), que é a responsável pelo suprimento de energia elétrica para a Energisa, e resultou no interrompimento do fornecimento para cidades da região da Borborema e Cariri paraibano. O apagão durou cerca de 30 minutos. 

Dentre as cidades afetadas, estão:

  • Campina Grande
  • Boqueirão
  • Aroeiras
  • Pocinhos
  • Boa Vista
  • Massaranduba

A Energisa ainda destacou, em nota, que “não houve qualquer problema ou anormalidade na sua rede de distribuição de energia” e que “durante todo o tempo a Energisa esteve em contato com a supridora para apoiar no que fosse necessário à recomposição”. 

O apagão também resultou numa interrupção do fornecimento de água pela Cagepa para Campina Grande e cidades da região. De acordo com nota da companhia de distribuição de água, as providências já estão sendo tomadas para evitar transtornos.

De Olho No Cariri

Com G1 Paraíba

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O Supremo Tribunal Federal (STF) realiza nesta terça-feira (3) audiência pública para discutir os impactos da medida provisória que proibiu as apostas de cota fixa (bets) em todo o país. O debate foi convocado pelo ministro Luiz Fux, relator da Ação Direta de Inconstitucionalidade (ADI) 8027.

A audiência será realizada a partir das 10h na sala de sessões da Segunda Turma do STF, com transmissão ao vivo pela Rádio e TV Justiça e pelo canal do STF no YouTube.

Esta será a segunda audiência pública sobre a matéria. Em novembro de 2024, o STF ouviu mais de 50 especialistas e representantes de órgãos públicos e da sociedade civil sobre a Lei das Bets (Lei 14.790/2023), questionada nas ADIs 7721, 7723 e 7749, também relatadas pelo ministro Fux. Após a edição da Medida Provisória (MP) 1.394/2026, a Advocacia-Geral da União (AGU) pediu que o relator avaliasse a necessidade de uma nova audiência.

Participarão da audiência representantes de órgãos do Poder Executivo, de clubes de futebol, de organizações esportivas, do comércio e de associações e de institutos ligados ao setor de apostas. Cada entidade terá dez minutos para apresentar suas considerações sobre a medida provisória.

De Olho no Cariri

Com MaisPB