Secretário de Meio Ambiente cobra Energisa sobre obra de extensão da rede elétrica para o aterro sanitário de Serra Branca

O Secretário de Meio Ambiente de Serra Branca, Talles de Macêdo, esteve durante essa semana visitando a sede da empresa Energisa, em João Pessoa-PB. O intuito da visita foi obter informações e cobrar agilidade por parte da distribuidora, quanto ao processo da extensão da rede elétrica para o novo aterro sanitário de Serra Branca.

Segundo Talles, desde 2021 a Energisa vem sendo comunicada sobre o andamento das obras do novo aterro na cidade. Em fevereiro de 2023, o projeto elétrico foi repassado pela secretaria ao órgão, porém até então a empresa não sinalizou o início da extensão para o local.

Ao visitar novamente a sede da empresa nesta terça-feira, o secretário informou que não conseguiu ser atendido, mesmo com as presenças de técnicos do setor de travessias e obras da empresa presentes no local. O mesmo através das redes sociais informou que repassou o ocorrido para o Prefeito Souzinha e acionou a área jurídica da Prefeitura para solucionar o problema e concretizar a obra o mais rápido possível.

Talles comentou sobre a importância do aterro para a cidade e disse que, “Além do fechamento do lixão e a redução dos impactos sociais e ambientais no local, o aterro significa trabalho digno para dezenas de pessoas que trabalham com a reciclagem no município”.

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Ausente no debate da TV Master, o governador da Paraíba Lucas Ribeiro (PP), candidato à reeleição, foi o principal alvo dos candidatos Cícero Lucena (MDB) e Efraim Filho (PL). De acordo com o mediador do debate, o apresentador Alex Filho, o chefe do Executivo estadual teria enviado um comunicado de justificativa que não foi lido pelo apresentador.

O debate na TV Master foi o primeiro que o governador Lucas Ribeiro não participou. O chefe do Executivo paraibano esteve presente nos dois primeiros debates promovidos pela TV Arapuan e pelo Blog Márcio Rangel.

No quesito Segurança, tanto Cícero quanto Efraim responsabilizaram Lucas pelo avanço das facções no Estado. Efraim afirmou que a população paraibana vive com medo devido ao avanço das facções nos municípios e nos bairros da Capital. “A escalada da violência não pode continuar como está”, afirmou Efraim. Em sua resposta ao candidato presente, Cícero disse lamentar de forma “indignada” a ausência de Lucas Ribeiro, que segundo ele, não esteve presente no debate “seria, segundo Cícero, “por falta de coragem para debater temas que interessam à população”.

Ao falar sobre Educação, Cícero cobrou de Lucas a convocação dos 2 mil concursados aprovados no último concurso público do Estado e disse que a gestão faz um “desgoverno com a Educação”. Na sequência, Efraim Filho criticou o chefe do Executivo estadual e declarou que a não convocação dos concursados tem o objetivo garantir votos. “A decisão do governo de jogar a convocação dos concursados para depois da eleição foi com o discurso do voto, porque dinheiro não faltava”, afirmou.

No segundo bloco, o candidato Cícero Lucena mais uma vez dirigiu seus questionamentos ao candidato ausente, cedendo a Efraim Filho a oportunidade comentar sobre o que o ex-prefeito de João Pessoa chamou de “os marajás” do governo da Paraíba, referindo-se a servidores que, de acordo com o emedebista, recebem quase R$ 15 mil por mês. Em sua avaliação, Efraim afirmou que Lucas a ausência do governador no debate se refletirá também em sua ausência na administração do estado. “O candidato Ribeiro quer seu voto, mas não quer prestar contas à Paraíba”, disse Efraim.

PB Agora