Galdino defende que candidato apoiado por João Azevêdo para 2026 “precisa estar filiado ao partido do governador”

Adriano Galdino (Republicanos), presidente da Assembleia Legislativa da Paraíba (ALPB), defendeu em entrevista ao jornalista Luís Torres, da TV Arapuan, que o candidato apoiado pelo governador João Azevêdo (PSB) em 2026 deve ser filiado a mesma sigla do chefe do executivo estadual. Ao longo de suas falas, Galdino citou possíveis candidatos que estariam sendo ventilados para concorrer ao Governo da Paraíba em 2026.

“Na minha opinião o governador se escolher se vai sair (para o Senado) e o candidato vai ser Lucas, convidar Lucas para ir para o partido dele. Se ele pensa em colocar um outro candidato, como  candidato a governador, dizem que pode ser Deusdete (Queiroga) ou o próprio Hugo Motta, ou enfim, Aguinaldo, qualquer que seja o escolhido ele eu acho que ele deveria trazer para o partido que ele comanda”, defendeu o presidente da ALPB.

Galdino também se mostrou favorável a ideia que João Azevêdo passe a  ser presidente de um partido, seja ele o PSB ou outra sigla. 

De Olho no Cariri

Click PB

COMPARTILHE ESSA NOTÍCIA

Facebook
WhatsApp
Print

O deputado federal Zé Tovão (PL-SC), aliado do senador e candidato à Presidência da República, Falávio Bolsonaro (PL-RJ), acionou o Tribunal Superior Eleitoral (TSE) contra o reajuste do Bolsa Família anunciado pelo presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) nesta quinta-feira (15).

O ministro André Mendonça foi sorteado relator do caso no TSE.

Com o reajuste, o piso do programa passa de R$ 600 para R$ 691. O novo valor começa a valer no mês de outubro, com pagamentos a partir de 19 de outubro, entre o primeiro e o segundo turno (se houver) das eleições presidenciais.

Segundo o Ministério do Planejamento, o custo do reajuste do Bolsa Família, neste ano, será de R$ 5,8 bilhões. Para 2027, o impacto nas despesas será de R$ 22,7 bilhões.

Em agosto, o governo enviou ao Legislativo a proposta de orçamento para 2027 sem contemplar aumento nos valores do programa.

O que diz o governo

O Ministério da Fazenda informou que o reajuste do Bolsa Família apenas repõe as perdas inflacionárias dos últimos anos, o que não equivaleria a um aumento do benefício social.

De acordo com a Advocacia-Geral da União (AGU), a lei que instituiu o novo Bolsa Família, em 2023, autoriza o Poder Executivo a “corrigir os valores dos benefícios e proíbe sua redução”.

“Ao editar o ato, o Governo Federal exerce, portanto, a competência que o Congresso Nacional lhe atribuiu”, acrescentou o orgão em posicionamento divulgado à imprensa.

Segundo a AGU, a correção do benefício pela inflação, sem a ampliação do público beneficiado, está “fora do alcance de qualquer vedação eleitoral”.

Com Portal G1