Bandidos fingem ser clientes, amarram empresário e roubam 15 iphones, R$ 1 mil e uma moto, no Sertão do estado

Dois bandidos armados fingiram ser clientes de uma loja, renderam o proprietário do local e roubaram uma moto, 15 iphones, R$ 1 mil e outros objetos. O crime aconteceu na manhã deste sábado (27) em Pombal, município do Sertão do estado.

O dono do estabelecimento informou à polícia que estava na loja quando um homem chegou e pediu para abrir o portão, se passando por cliente. Em seguida, o comparsa do criminoso apareceu armado e rendeu o empresário.

“Um [bandido] se passou por cliente e quando eu fui abrir o portão o outro chegou e anunciou o assalto. Prejuízo foi grande. Me amarraram e diziam que se eu procurasse a polícia eles viriam matar a minha família”, falou a vítima, como notado pelo ClickPB.

A dupla também levou cordão de ouro, um aparelho de som, relógios e perfumes, fugindo em seguida. Até a publicação desta matéria a polícia não havia identificado os criminosos.

Click PB

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O deputado federal Zé Tovão (PL-SC), aliado do senador e candidato à Presidência da República, Falávio Bolsonaro (PL-RJ), acionou o Tribunal Superior Eleitoral (TSE) contra o reajuste do Bolsa Família anunciado pelo presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) nesta quinta-feira (15).

O ministro André Mendonça foi sorteado relator do caso no TSE.

Com o reajuste, o piso do programa passa de R$ 600 para R$ 691. O novo valor começa a valer no mês de outubro, com pagamentos a partir de 19 de outubro, entre o primeiro e o segundo turno (se houver) das eleições presidenciais.

Segundo o Ministério do Planejamento, o custo do reajuste do Bolsa Família, neste ano, será de R$ 5,8 bilhões. Para 2027, o impacto nas despesas será de R$ 22,7 bilhões.

Em agosto, o governo enviou ao Legislativo a proposta de orçamento para 2027 sem contemplar aumento nos valores do programa.

O que diz o governo

O Ministério da Fazenda informou que o reajuste do Bolsa Família apenas repõe as perdas inflacionárias dos últimos anos, o que não equivaleria a um aumento do benefício social.

De acordo com a Advocacia-Geral da União (AGU), a lei que instituiu o novo Bolsa Família, em 2023, autoriza o Poder Executivo a “corrigir os valores dos benefícios e proíbe sua redução”.

“Ao editar o ato, o Governo Federal exerce, portanto, a competência que o Congresso Nacional lhe atribuiu”, acrescentou o orgão em posicionamento divulgado à imprensa.

Segundo a AGU, a correção do benefício pela inflação, sem a ampliação do público beneficiado, está “fora do alcance de qualquer vedação eleitoral”.

Com Portal G1