João Azevêdo participa de evento dos partidos de esquerda e destaca união das forças políticas em defesa da democracia

O governador João Azevêdo participou, neste sábado (26), em João Pessoa, do seminário com o tema “A defesa da democracia e os desafios do campo democrático popular da Paraíba”, que contou com a presença de diversas lideranças do estado e de dirigentes partidários do PSB, PT, PV, Rede Sustentabilidade, Agir 36, PCdoB, PMN, PDT e Solidariedade.

Na ocasião, João Azevêdo destacou a importância de reunir os partidos para discutir e fortalecer o movimento democrático e a participação popular. “É fundamental nos mantermos unidos em defesa da democracia e nesse encontro tivemos a oportunidade de discutir, apresentar sugestões, ampliar o diálogo para que junto com o presidente Lula possamos unir e reconstruir o Brasil, com políticas de inclusão e desenvolvimento social e econômico”, comentou.

O presidente estadual do PSB e deputado federal Gervásio Maia ressaltou a unidade dos partidos para a construção de projetos e pautas progressistas. “Esses momentos são muito importantes para que possamos continuar na luta para que o Brasil vença barreiras. A Paraíba vive um bom momento porque o governador João Azevêdo promove o avanço do nosso estado, nos colocando no rumo do desenvolvimento”, comentou.

O presidente do PSB de João Pessoa, Tibério Limeira, fez a leitura da carta dos partidos ao povo paraibano, em que reafirma a unidade dos partidos em defesa das agendas de políticas públicas inclusivas para o povo brasileiro. “A frente ampla em defesa da democracia e da reconstrução nacional permanece na ordem do dia. Por isso, na Paraíba, o governador João Azevêdo empenhou-se na defesa da candidatura de Lula, na consolidação da sua vitória diante das ameaças golpistas e lidera o Consórcio Nordeste, num esforço efetivo para alinhar as políticas públicas dos estados nordestinos as do governo federal”, diz o trecho do manifesto.

O presidente estadual do PT, Jackson Macedo, também defendeu a unidade partidária para fortalecer as forças de esquerda. “Estamos vivendo um momento de construção dessa unidade para restabelecer definitivamente o estado democrático de direito no país e essa unidade se estende para a Paraíba”, falou.

“O campo progressista dialoga com o povo e para o povo e vamos nos manter dessa forma para ampliar os nossos espaços nos municípios e impedir o retrocesso que trouxe tantas dificuldades para o povo brasileiro e paraibano”, declarou a presidente estadual do PCdoB, Gregória Benário.

O vice-prefeito de João Pessoa, Léo Bezerra (PSB), parabenizou o governador João Azevêdo pela liderança e condução do maior campo político na Paraíba. “Nós temos um gestor que dialoga, fazemos uma composição que vai além de partido e vamos construir ao lado de todas as legendas o futuro que a Paraíba espera, com respeito e ações efetivas para a melhoria da qualidade de vida da população”, sustentou.

O evento também foi prestigiado pelo deputado estadual João Gonçalves, prefeitos, vereadores e dirigentes partidários de todas as regiões da Paraíba, dentre eles, Flávio Moreira (presidente do Agir 36), Cristiana Almeida (porta-voz da Rede Sustentabilidade), Fábio Carneiro (presidente do Solidariedade), Dênis Soares (presidente do PV), Fernando Luiz (secretário-geral do PMN) e Sandro Alencar (secretário-geral do PDT).

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O deputado federal Zé Tovão (PL-SC), aliado do senador e candidato à Presidência da República, Falávio Bolsonaro (PL-RJ), acionou o Tribunal Superior Eleitoral (TSE) contra o reajuste do Bolsa Família anunciado pelo presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) nesta quinta-feira (15).

O ministro André Mendonça foi sorteado relator do caso no TSE.

Com o reajuste, o piso do programa passa de R$ 600 para R$ 691. O novo valor começa a valer no mês de outubro, com pagamentos a partir de 19 de outubro, entre o primeiro e o segundo turno (se houver) das eleições presidenciais.

Segundo o Ministério do Planejamento, o custo do reajuste do Bolsa Família, neste ano, será de R$ 5,8 bilhões. Para 2027, o impacto nas despesas será de R$ 22,7 bilhões.

Em agosto, o governo enviou ao Legislativo a proposta de orçamento para 2027 sem contemplar aumento nos valores do programa.

O que diz o governo

O Ministério da Fazenda informou que o reajuste do Bolsa Família apenas repõe as perdas inflacionárias dos últimos anos, o que não equivaleria a um aumento do benefício social.

De acordo com a Advocacia-Geral da União (AGU), a lei que instituiu o novo Bolsa Família, em 2023, autoriza o Poder Executivo a “corrigir os valores dos benefícios e proíbe sua redução”.

“Ao editar o ato, o Governo Federal exerce, portanto, a competência que o Congresso Nacional lhe atribuiu”, acrescentou o orgão em posicionamento divulgado à imprensa.

Segundo a AGU, a correção do benefício pela inflação, sem a ampliação do público beneficiado, está “fora do alcance de qualquer vedação eleitoral”.

Com Portal G1