Professor é detido suspeito de manter jovem de 16 anos em cárcere privado no Sertão da Paraíba

Mais um caso de violência contra a mulher, chocou a Paraíba, quando na noite da última terça-feira, 23, um professor universitário, de 45 anos, é suspeito de agredir e manter em cárcere privado a sua companheira, uma adolescente de apenas 16 anos. A informação foi confirmada pela Polícia Civil local, que está acompanhando o caso de perto.

De acordo com a Polícia Militar, que respondeu à denúncia inicial, foi informado que uma mulher estaria sendo agredida dentro de um veículo. Ao chegarem ao local, os agentes encontraram somente a adolescente, que relatou os episódios de agressão, uma vez que o suspeito havia fugido.

Ainda segundo a investigação policial, a vítima, de 16 anos, revelou ter sido agredida por motivos de ciúmes e que essa não era a primeira vez que enfrentava tais situações. Ela também afirmou que sofria ameaças de morte e era proibida de sair de casa e de ter amigos. A adolescente relatou que somente podia ir à escola, mas mesmo assim o suspeito a levava e a buscava ao final das aulas.

A Polícia Civil informou que o suspeito já possuía um mandado de prisão em aberto relacionado a questões de pensão alimentícia. Ele foi localizado e detido na cidade de Piancó. A vítima, por sua vez, foi encaminhada ao conselho tutelar, onde receberá o devido apoio e assistência.

Esse caso grave de violência doméstica desperta a atenção para a importância de combater e denunciar situações de abuso e cárcere privado. As autoridades estão empenhadas em garantir a proteção da vítima e responsabilizar o agressor pelos seus atos.

Com PB Agora

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O deputado federal Zé Tovão (PL-SC), aliado do senador e candidato à Presidência da República, Falávio Bolsonaro (PL-RJ), acionou o Tribunal Superior Eleitoral (TSE) contra o reajuste do Bolsa Família anunciado pelo presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) nesta quinta-feira (15).

O ministro André Mendonça foi sorteado relator do caso no TSE.

Com o reajuste, o piso do programa passa de R$ 600 para R$ 691. O novo valor começa a valer no mês de outubro, com pagamentos a partir de 19 de outubro, entre o primeiro e o segundo turno (se houver) das eleições presidenciais.

Segundo o Ministério do Planejamento, o custo do reajuste do Bolsa Família, neste ano, será de R$ 5,8 bilhões. Para 2027, o impacto nas despesas será de R$ 22,7 bilhões.

Em agosto, o governo enviou ao Legislativo a proposta de orçamento para 2027 sem contemplar aumento nos valores do programa.

O que diz o governo

O Ministério da Fazenda informou que o reajuste do Bolsa Família apenas repõe as perdas inflacionárias dos últimos anos, o que não equivaleria a um aumento do benefício social.

De acordo com a Advocacia-Geral da União (AGU), a lei que instituiu o novo Bolsa Família, em 2023, autoriza o Poder Executivo a “corrigir os valores dos benefícios e proíbe sua redução”.

“Ao editar o ato, o Governo Federal exerce, portanto, a competência que o Congresso Nacional lhe atribuiu”, acrescentou o orgão em posicionamento divulgado à imprensa.

Segundo a AGU, a correção do benefício pela inflação, sem a ampliação do público beneficiado, está “fora do alcance de qualquer vedação eleitoral”.

Com Portal G1