EM SUMÉ: Sorteio das barracas do Arraiá Zé Marcolino será terça dia 16

A Secretaria de Cultura, Esportes e Turismo – Secult – lançou o edital de chamamento público nº 01/2023 contendo as regras e prazos para concorrer as 8 (oito) barracas do Arraiá Zé Marcolino no São João 2023 de Sumé, que este ano tem o tema “Cidade que Inspira”.

A comissão de análise documental, instituída pela portaria nº 01/2023 e formada pelo Secretário de Cultura, Esportes e Turismo Rivaldo Oliveira (Branco Xiliu), os servidores Júnior Barros, DonzíliaMartiniana e Deoclécio Júnior, fez a análise dos documentos e todos os 28 inscritos foram habilitados. São eles:

Nº INSCRIÇÃONOME
01Taís Soane de Lima da Silva
02Alisson Limeira de Andrade
03Maria das Dores Batista da Silva
04Ana Paula Cosme
05Mary Aluska da Silva Lima
06Idalecia Ferreira de Lima Sousa
07Ane Caroline de Carvalho Leite
08Alyson Abraão Bezerra de Assunção
09Gabriela do Nascimento Silva
10Fabiana Farias dos Santos
11Evandro do Carmo Silva
12Regina Maria Neves
13Manoella Hillari Bento Monteiro
14Ínacia Ivoneide Araújo Nascimento
15Kauana Nandara de Assis Silva
16Wellinton Cardoso Silva
17Silas Gabriel Mota de Araújo
18José Thiago de Oliveira Evangelista
19Josefa Gomes de Araújo
20Daniela da Silva Farias
21Ubirajara Nunes Vidal da Costa
22Rosinere Minevino da Silva
23Luã Leite Batista do Nascimento
24Thiago Lucas da Silva
25Fernando Maciel de Araújo Neto
26Flávia Cristina da Silva Romualdo
27Flávio Jean Sousa Sobrinho
28Edinaide Galdino Ramos

A próxima etapa será na terça-feira, 16, as 10hna Secult, instalada no Centro de Formação de Professores no Bairro de Várzea Redonda.

O São João 2023 de Sumé terá início, oficialmente, no dia 10 de junho no Arraíá Zé Marcolino com o Forró Gente Boa, no entanto, a prévia já será nos dias 02 e 03 de junho no aniversário dos 13 anos do Mercadinho do Galego.

A festa será em frente da Escola Presidente Vargas/Desembargador com as seguintes atrações:

• 02/06: Buzão da Farra, Alisson Diferente, Pedrinho Pegação

• 03/06: Thiago dos Teclados, Bruna Magalhães e Forró Kent

Já no palco principal, que este ano passa a ser ao lado dos Correios/Praça José Américo, onde antes funcionava o Arraiá, se apresentarão:

• 17/06: Eliane e Cascavel

• 18/06: Flávio José e Forro da Live

• 22/06: Brasas do Forró e Fabiana Souto

• 23/06: Ruan Forrozeiro e Forró kent

• 24/06: Eh Mara (novo nome artístico de Mara Pavanelli) e a dupla Sirano e Sirino

No tradicional São Pedro do Sítio Riacho da Roça, no dia 28 de junho, serão Forró Kent e BedeuQuirino.

No encerramento do Arraiá Zé Marcolino dia 30, se apresentará Adriano Silva e, finalmente no São João e São Pedro do Distrito de Pio X em 1º de julho se apresentarão Gabriel do Acordeon e Kiel do Acordeon.

Esse ano, além do palco principal e do arraiá Zé Marcolino, outras mudanças e acréscimos ocorrerão, como:

• Os banheiros químicos serão distribuídos em dois pontos: um por trás do palco do AZM, ao lado da antiga cadeia pública, e o outro permanece por trás do STEC.

• Os brinquedos do parque Ewerton Siqueira serão retirados durante o período junino.

• Área reservada/isolada/protegida, próximo ao palco principal, para as pessoas com algum tipo de deficiência/limitação física e idosos, para que possam acompanhar os shows com tranquilidade.

• Área de alimentação, que antes funcionava na lateral do NEXT, será deslocada para a frente do STEC.

• A Rua Marcos Albino Rafael, em frente ao antigo cartório de D. Edite Braz será reservada para área de exposição e vendas de produtos de artesanato.

O São João 2023 de Sumé “Cidade que Inspira” será transmitido pelo youtube da Prefeitura Municipal e outros canais institucionais e parceiros.

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A sessão do Supremo Tribunal Federal (STF) desta terça-feira (15) sobre crise que atinge a Corte terminou com 4 votos a 3 para manter separadas as análises pelo Supremo das condutas de Alexandre de Moraes, na relação com Daniel Vorcaro, e de André Mendonça, na condução do relatório do caso Master.

Presidente do STF e relator da sessão desta terça, Edson Fachin votou para manter a separação dos casos após uma questão de ordem apresentada por Gilmar Mendes. Fachin foi acompanhado pelos ministros André Mendonça, Luiz Fux e Cármen Lúcia.

Já Gilmar Mendes, Cristiano Zanin e Alexandre de Moraes votaram para que as análises sejam conjuntas. O ministro Flávio Dino, que havia votado com essa corrente, mudou o voto para um pedido de vista, o que suspendeu o julgamento.

Fachin foi o primeiro a votar

Na tarde desta terça, após a retomada do julgamento iniciado na manhã, o presidente do STF se posicionou contra uma questão de ordem, um questionamento, apresentado pelo ministro Gilmar Mendes, que defendeu o julgamento conjunto dos relatórios com informações da Polícia Federal sobre os dois ministros.

Fachin também foi contra a redistribuição do relatório sobre Alexandre de Moraes, que puxou para o seu gabinete. Gilmar defendia que houvesse um sorteio para a definição de um novo relator, alegando que é isto que está previsto no Regimento Interno da Corte.

“Quero, desde logo, me manifestar no sentido de manter não apenas a separação entre os julgamentos. Portanto, voto no sentido de prosseguir o julgamento de hoje, bem como, de não levar a efeito o apensamento [reunião] dos feitos mencionados e, por via de consequência, fica prejudicada a redistribuição na forma regimental”, disse Fachin.

André Mendonça vota para julgar seu caso e o de Moraes separadamente

O ministro André Mendonça acompanhou o voto de Fachin.

“Entendo não haver as mesmas bases fáticas. O que há, em relação a mim, é um suposto relatório de inteligência, um relatório ilegal, com monitoramento e coleta seletiva de dados de ministros do STF e de outras autoridades, em uma atividade própria de uma PF paralela. Documento ilegal, que o próprio documento fala que é sem valor probatório. São questões fáticas e jurídicas totalmente distintas”, disse Mendonça.

Fux e Cármen Lúcia também acompanharam Fachin e Mendonça.

Dino abriu divergência

Fachin foi o primeiro a votar sobre a questão de ordem apresentada por Gilmar Mendes, contra a proposta de Gilmar.

Na sequência, ministro Flávio Dino abriu divergência e votou pela conexão dos dois casos, acompanhando o entendimento de Gilmar Mendes.

“Presidente, me parece que o encaminhamento é de respeitar a conexão, que nos trouxe até aqui. E por isso eu considero que o encaminhamento contido na questão de ordem do ministro Gilmar é aquela que preserva melhor o nosso papel de provedores de justiça e de segurança jurídica”, disse Dino.

O ministro Cristiano Zanin acompanhou Dino na divergência, votando a favor da questão de ordem de Gilmar.

“Para não ser repetitivo, eu vou adiantar, pedindo vênia a Vossa Excelência, que eu estou acompanhando o eminente ministro Gilmar Mendes na questão de ordem trazida e faço apenas algumas anotações complementares”, disse Zanin.

Na sequência, Zanin disse que, na avaliação dele, o ministro André Mendonça não deveria votar na análise do relatório das mensagens de Vorcaro a Alexandre de Moraes.

Posteriormente, Moraes se posicionou pela análise conjunta da sua situação com a do ministro André Mendonça.

“Nós estamos com um risco concreto de decisões contraditórias e de tumulto processual, julgando as mesmas coisas, só que com o sinal invertido, os mesmos fundamentos, cada qual de um lado, com sinal invertido hoje [caso Moraes] e na próxima quarta-feira [sobre Mendonça]. Então presidente com essas com essas considerações, pedindo todas as vênias a Vossa Excelência, acompanho a questão de ordem do ministro Gilmar”, disse Moraes.

Ocorre que, posteriormente, após um bate-boca entre Gilmar Mendes e André Mendonça, Flávio Dino mudou sua posição, dizendo que estava passando a pedir vista.

Com isso, o placar ficou 4 a 3 para manter separadas as questões dos dois ministros.

Entenda a crise no STF

‘Não há pedido para abrir uma investigação criminal’, diz Moraes

A crise se intensificou após o ministro André Mendonça levantar o sigilo de relatórios da Polícia Federal sobre as investigações do Banco Master.

Um dos documentos apontou 52 mensagens entre o banqueiro Daniel Vorcaro e o ministro Alexandre de Moraes, além de encontros presenciais entre os dois e de um contrato de R$ 130 milhões entre o banco e o escritório da mulher de Moraes, Viviane Barci de Moraes.

A divulgação dos documentos provocou um confronto entre Moraes e André Mendonça, relator das investigações do caso Master.

Moraes acusou o colega de fazer uma liberação “seletiva” dos autos e de omitir documentos. Mendonça negou e afirmou que manteve sob sigilo apenas informações necessárias para preservar investigações em andamento e dados de terceiros.

A disputa também envolveu o acesso às provas extraídas do celular de Vorcaro. Moraes, Cristiano Zanin e Gilmar Mendes pediram acesso integral ao material.

Após determinação de Zanin, a PF confirmou, na segunda-feira (14), ter entregue cópias do acervo digital aos três gabinetes. A PGR também se manifestou a favor da ampliação do acesso aos documentos.

Diante do conflito, o presidente do STF, Edson Fachin, decidiu separar os processos. O caso que envolve as mensagens entre Vorcaro e Moraes será analisado pelo Plenário nesta terça-feira (15).

Já as acusações de Moraes contra Mendonça ficaram para 23 de setembro.

Com Portal G1