Com articulação de Kleber Ribeiro, Ex vice-prefeito de Serra Branca anuncia apoio ao governador João Azevedo

Com o apoio de tudo grupo de situação do município de Serra Branca, liderado pelo prefeito Souzinha e pelo presidente da Câmara Municipal, Kleber Ribeiro, ao projeto de reeleição do governador João Azevêdo, mais um integrante político chega para somar para trabalhar em prol da vitória de João no município de Serra Branca.

Com articulação do vereador Kleber Ribeiro, o ex-vice prefeito da cidade de Serra Branca, Guilherme Gaudêncio, anunciou seu apoio a reeleição do Governador João Azevêdo. Guilherme Gaudêncio afirmou que resolveu seguir seus aliados, os Deputados Hugo Mota e Aguinaldo Ribeiro e que também se reuniu com o João para discutir demandas para o município.

Em encontro com João Azevêdo, Guilherme reivindicou algumas pautas, a exemplo de um melhor abastecimento de água realizado pela empresa Cagepa, além do abastecimento de água para a região das Serras. O serrabranquense ainda reforçou ao governador, mais empenho e um maior repasse com relação ao convênio para o Hospital Geral de Serra Branca.

DE OLHO NO CARIRI

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O deputado federal Zé Tovão (PL-SC), aliado do senador e candidato à Presidência da República, Falávio Bolsonaro (PL-RJ), acionou o Tribunal Superior Eleitoral (TSE) contra o reajuste do Bolsa Família anunciado pelo presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) nesta quinta-feira (15).

O ministro André Mendonça foi sorteado relator do caso no TSE.

Com o reajuste, o piso do programa passa de R$ 600 para R$ 691. O novo valor começa a valer no mês de outubro, com pagamentos a partir de 19 de outubro, entre o primeiro e o segundo turno (se houver) das eleições presidenciais.

Segundo o Ministério do Planejamento, o custo do reajuste do Bolsa Família, neste ano, será de R$ 5,8 bilhões. Para 2027, o impacto nas despesas será de R$ 22,7 bilhões.

Em agosto, o governo enviou ao Legislativo a proposta de orçamento para 2027 sem contemplar aumento nos valores do programa.

O que diz o governo

O Ministério da Fazenda informou que o reajuste do Bolsa Família apenas repõe as perdas inflacionárias dos últimos anos, o que não equivaleria a um aumento do benefício social.

De acordo com a Advocacia-Geral da União (AGU), a lei que instituiu o novo Bolsa Família, em 2023, autoriza o Poder Executivo a “corrigir os valores dos benefícios e proíbe sua redução”.

“Ao editar o ato, o Governo Federal exerce, portanto, a competência que o Congresso Nacional lhe atribuiu”, acrescentou o orgão em posicionamento divulgado à imprensa.

Segundo a AGU, a correção do benefício pela inflação, sem a ampliação do público beneficiado, está “fora do alcance de qualquer vedação eleitoral”.

Com Portal G1