Início das aulas nas escolas estaduais da Paraíba é adiado para o dia 14 de fevereiro

A Paraíba decidiu adiar o retorno das aulas presenciais da Rede Estadual de Ensino. A volta que aconteceria no próximo dia 7 vai, agora, para o dia 14. Em entrevista à TV Cabo Branco, o secretário de Educação, Cláudio Furtado, disse que o adiamento aumenta o prazo para que as escolas possam corrigir inadequações nas matrículas.

Segundo o secretário, devido às muitas modalidades de ensino disponíveis, muitos estudantes estão confundindo as opções no ato de matrícula. O retorno às aulas será no formato híbrido, conforme o Plano de Educação Para Todos (Pet), com 50% da capacidade sendo atendida por alunos indo presencialmente às escolas, e a outra metade assistindo às aulas online.

Esse quantitativo presencial será preenchido pelos estudantes de 12 anos ou mais que estejam vacinados contra Covid-19. Ainda de acordo com o secretário, as instituições estão sendo orientadas a só permitir circulação de funcionários e pais de alunos que tenham sido imunizados.

Os pais dos estudantes podem optar por manter os filhos acompanhando as aulas apenas na modalidade remota. Os estudantes que optarem por essa possibilidade terão acesso a 100% da carga horária de ensino em modalidade remota

As matrículas ainda estão sendo feitas pelo site e Cláudio Furtado solicitou, ainda, que os estudantes paraibanos não deixem para última hora.

G1 PB

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O deputado federal Zé Tovão (PL-SC), aliado do senador e candidato à Presidência da República, Falávio Bolsonaro (PL-RJ), acionou o Tribunal Superior Eleitoral (TSE) contra o reajuste do Bolsa Família anunciado pelo presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) nesta quinta-feira (15).

O ministro André Mendonça foi sorteado relator do caso no TSE.

Com o reajuste, o piso do programa passa de R$ 600 para R$ 691. O novo valor começa a valer no mês de outubro, com pagamentos a partir de 19 de outubro, entre o primeiro e o segundo turno (se houver) das eleições presidenciais.

Segundo o Ministério do Planejamento, o custo do reajuste do Bolsa Família, neste ano, será de R$ 5,8 bilhões. Para 2027, o impacto nas despesas será de R$ 22,7 bilhões.

Em agosto, o governo enviou ao Legislativo a proposta de orçamento para 2027 sem contemplar aumento nos valores do programa.

O que diz o governo

O Ministério da Fazenda informou que o reajuste do Bolsa Família apenas repõe as perdas inflacionárias dos últimos anos, o que não equivaleria a um aumento do benefício social.

De acordo com a Advocacia-Geral da União (AGU), a lei que instituiu o novo Bolsa Família, em 2023, autoriza o Poder Executivo a “corrigir os valores dos benefícios e proíbe sua redução”.

“Ao editar o ato, o Governo Federal exerce, portanto, a competência que o Congresso Nacional lhe atribuiu”, acrescentou o orgão em posicionamento divulgado à imprensa.

Segundo a AGU, a correção do benefício pela inflação, sem a ampliação do público beneficiado, está “fora do alcance de qualquer vedação eleitoral”.

Com Portal G1