Paraíba deve registrar aumento de longo prazo nos casos de síndromes respiratórias

A Paraíba está entre os 18 estados brasileiros com alta probabilidade de ter aumento no número de casos de síndrome respiratória aguda grave nas próximas semanas – ou mesmo nos próximos meses. A informação é do Info Gripe, um monitoramento realizado pela Fundação Oswaldo Cruz (Fiocruz) que analisa a “tendência a longo prazo” de cada uma das unidades federativas.

De acordo com o monitor da Fiocruz, existem 95% de chances da Paraíba apresentar crescimento no número de casos. É a mesma situação também de Rio Grande do Sul, Santa Catarina, Paraná, São Paulo, Rio de Janeiro, Minas Gerais, Alagoas, Rio Grande do Norte, Ceará, Piauí, Tocantins, Goiás, Mato Grosso, Mato Grosso do Sul, Amapá, Amazonas e Acre.

No Maranhão e em Roraima, ainda de acordo com o monitoramento, as chances de aumento são de 75%. Pará, Bahia, Distrito Federal e Pernambuco registram probabilidade de estabilidade. E apenas em Rondônia, Espírito Santo e Sergipe a previsão é de redução no número de casos.

Seguindo nesta tendência de crescimento, a Paraíba registrou apenas nessa quarta-feira (2) 4.867 casos positivos de Covid-19. Entre quarta-feira (2) e quinta-feira (3), foram 32 mortes em apenas dois dias.

Jornal da Paraíba

COMPARTILHE ESSA NOTÍCIA

Facebook
WhatsApp
Print

O deputado federal Zé Tovão (PL-SC), aliado do senador e candidato à Presidência da República, Falávio Bolsonaro (PL-RJ), acionou o Tribunal Superior Eleitoral (TSE) contra o reajuste do Bolsa Família anunciado pelo presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) nesta quinta-feira (15).

O ministro André Mendonça foi sorteado relator do caso no TSE.

Com o reajuste, o piso do programa passa de R$ 600 para R$ 691. O novo valor começa a valer no mês de outubro, com pagamentos a partir de 19 de outubro, entre o primeiro e o segundo turno (se houver) das eleições presidenciais.

Segundo o Ministério do Planejamento, o custo do reajuste do Bolsa Família, neste ano, será de R$ 5,8 bilhões. Para 2027, o impacto nas despesas será de R$ 22,7 bilhões.

Em agosto, o governo enviou ao Legislativo a proposta de orçamento para 2027 sem contemplar aumento nos valores do programa.

O que diz o governo

O Ministério da Fazenda informou que o reajuste do Bolsa Família apenas repõe as perdas inflacionárias dos últimos anos, o que não equivaleria a um aumento do benefício social.

De acordo com a Advocacia-Geral da União (AGU), a lei que instituiu o novo Bolsa Família, em 2023, autoriza o Poder Executivo a “corrigir os valores dos benefícios e proíbe sua redução”.

“Ao editar o ato, o Governo Federal exerce, portanto, a competência que o Congresso Nacional lhe atribuiu”, acrescentou o orgão em posicionamento divulgado à imprensa.

Segundo a AGU, a correção do benefício pela inflação, sem a ampliação do público beneficiado, está “fora do alcance de qualquer vedação eleitoral”.

Com Portal G1