Vereadora Adriana Brito toma posse como nova presidente da Câmara de Livramento e empossa suplente

Na manhã desta quinta-feira (03), a Câmara de Livramento deu posse a nova presidente do Poder Legislativo, a vereadora Adriana Brito. A parlamentar assumiu o lugar do vereador Nildo Dias, que faleceu vítimas de complicações cirúrgicas.

A posse foi prestigiada pelo prefeito Nananda, além de todos os vereadores da Casa, familiares e servidores. Adriana ainda deu posse ao suplente Cassiano Vilar, que agora assume a titularidade do mandato.

A nova presidente disse que era com dor que assumia o comando da Câmara de Livramento, mas ao mesmo tempo com o sentimento de responsabilidade com o mandato que lhe foi outorgado. “Assumir a Câmara num momento de luto como o que estamos vivenciando nunca foi meu desejo, nem o de nenhum de nós que fazemos o Legislativo Livramentense. Mas sinto-me também honrada como única mulher vereadora chegar a esse posto e me comprometo a zelar pela missão de presidir esta Casa”.

O prefeito Nananda desejou boa sorte à vereadora Adriana e disse que com certeza a relação harmônica entre Poder Legislativo e Executivo vai continuar.

De Olho no Cariri

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O deputado federal Zé Tovão (PL-SC), aliado do senador e candidato à Presidência da República, Falávio Bolsonaro (PL-RJ), acionou o Tribunal Superior Eleitoral (TSE) contra o reajuste do Bolsa Família anunciado pelo presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) nesta quinta-feira (15).

O ministro André Mendonça foi sorteado relator do caso no TSE.

Com o reajuste, o piso do programa passa de R$ 600 para R$ 691. O novo valor começa a valer no mês de outubro, com pagamentos a partir de 19 de outubro, entre o primeiro e o segundo turno (se houver) das eleições presidenciais.

Segundo o Ministério do Planejamento, o custo do reajuste do Bolsa Família, neste ano, será de R$ 5,8 bilhões. Para 2027, o impacto nas despesas será de R$ 22,7 bilhões.

Em agosto, o governo enviou ao Legislativo a proposta de orçamento para 2027 sem contemplar aumento nos valores do programa.

O que diz o governo

O Ministério da Fazenda informou que o reajuste do Bolsa Família apenas repõe as perdas inflacionárias dos últimos anos, o que não equivaleria a um aumento do benefício social.

De acordo com a Advocacia-Geral da União (AGU), a lei que instituiu o novo Bolsa Família, em 2023, autoriza o Poder Executivo a “corrigir os valores dos benefícios e proíbe sua redução”.

“Ao editar o ato, o Governo Federal exerce, portanto, a competência que o Congresso Nacional lhe atribuiu”, acrescentou o orgão em posicionamento divulgado à imprensa.

Segundo a AGU, a correção do benefício pela inflação, sem a ampliação do público beneficiado, está “fora do alcance de qualquer vedação eleitoral”.

Com Portal G1