Saúde distribui 80 mil doses de vacina e avança na imunização de crianças de 5 a 11 anos na Paraíba

A Secretaria de Estado da Saúde (SES) distribuirá, nesta quinta-feira (03), mais 80.170 doses de vacina contra Covid-19 para avançar na imunização de crianças de 5 a 11 anos de idade. São 35.100 doses pediátricas do fabricante Pfizer/Comirnaty e 45.070 da Butantan/Coronavac. As vacinas chegaram à Paraíba nesta quarta-feira (02). Até o momento, a Secretaria já enviou 173.850 doses do imunizante para os 223 municípios.

De acordo com a Nota Técnica de distribuição da SES, a recomendação é que os municípios priorizem o imunizante da Coronavac para crianças de 6 a 11 anos sem comorbidades e o uso da Pfizer Pediátrica para crianças de 5 anos e aquelas de 5 a 11 anos imunossuprimidas. A Secretaria chama a atenção para a diferença entre os frascos das vacinas, sendo o da Pfizer uma ampola multidose com 10 doses de 0,2ml/dose e tampa laranja. Já o da Coronavac, um frasco ampola multidose (10 doses) ou monodose (0,5 mL/dose).

Para a operacionalização da vacinação pediátrica, a SES recomenda aos municípios que utilizem estratégias que respeitem as orientações da Anvisa, evitando erros de vacinação, utilizando de açõescomo realização de mutirões de vacinação em pontos específicos e abrangendo todos os territórios locais. A Secretaria orienta também que pais ou responsáveis devem estar presentes, manifestando sua concordância com a vacinação. Em caso de ausência de pais ou responsáveis, a vacinação deverá ser autorizada por um termo de assentimento por escrito.

A população de crianças de 5 a 11 anos na Paraíba é estimada em 393.446. O esquema vacinal desse grupo é composto de duas doses, com intervalos de 8 semanas para aqueles que tomaram a primeira dose da Pfizer Pediátrica e 28 dias para os que iniciaram o ciclo com o imunizante Coronavac.

Nesta quarta-feira, além das doses para a vacinação das crianças, a SES recebeu imunizantes para a vacinação de adultos que serão entregues na segunda-feira (07), seguindo as solicitações dos municípios.

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O deputado federal Zé Tovão (PL-SC), aliado do senador e candidato à Presidência da República, Falávio Bolsonaro (PL-RJ), acionou o Tribunal Superior Eleitoral (TSE) contra o reajuste do Bolsa Família anunciado pelo presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) nesta quinta-feira (15).

O ministro André Mendonça foi sorteado relator do caso no TSE.

Com o reajuste, o piso do programa passa de R$ 600 para R$ 691. O novo valor começa a valer no mês de outubro, com pagamentos a partir de 19 de outubro, entre o primeiro e o segundo turno (se houver) das eleições presidenciais.

Segundo o Ministério do Planejamento, o custo do reajuste do Bolsa Família, neste ano, será de R$ 5,8 bilhões. Para 2027, o impacto nas despesas será de R$ 22,7 bilhões.

Em agosto, o governo enviou ao Legislativo a proposta de orçamento para 2027 sem contemplar aumento nos valores do programa.

O que diz o governo

O Ministério da Fazenda informou que o reajuste do Bolsa Família apenas repõe as perdas inflacionárias dos últimos anos, o que não equivaleria a um aumento do benefício social.

De acordo com a Advocacia-Geral da União (AGU), a lei que instituiu o novo Bolsa Família, em 2023, autoriza o Poder Executivo a “corrigir os valores dos benefícios e proíbe sua redução”.

“Ao editar o ato, o Governo Federal exerce, portanto, a competência que o Congresso Nacional lhe atribuiu”, acrescentou o orgão em posicionamento divulgado à imprensa.

Segundo a AGU, a correção do benefício pela inflação, sem a ampliação do público beneficiado, está “fora do alcance de qualquer vedação eleitoral”.

Com Portal G1