Morre em João Pessoa, o cineasta paraibano Eliézer Rolim

O diretor e roteirista Eliézer Rolim morreu nesta quarta-feira (2), aos 61 anos. Natural de Cajazeiras, o cineasta estava internado em estado grave no Hospital Nossa Senhora das Neves, em João Pessoa. A lamentável morte foi confirmada pelos familiares de Eliézer Rolim ao programa Arapuan Verdade, da Rádio Arapuan FM.

Eliézer Rolim foi diagnosticado com Covid-19 e teve sintomas leves nos últimos dias, até sofrer uma embolia pulmonar e lesão cerebral. Ele foi internado nesta terça-feira (1º).

Ainda não foram divulgadas informações sobre velório e sepultamento.

Biografia

Elièzer é graduado em Arquitetura e Urbanismo pela Universidade Federal da Paraíba (UFPB, 1986), tem mestrado (2001) e doutorado em Artes Cênicas pela universidade Federal da Bahia e pela École Nationale de Architeture de Grenoble, na França (2013).

Atuando no cinema como produtor, roteirista e diretor, ele já recebeu diversos prêmios e é conhecido nacionalmente pelas suas obras. No cinema ganhou destaque como realizador da biografia Eu Sou o Servo, o drama histórico O Sonho de Inacim, estrelado por José Wilker, Marcélia Cartaxo, José Dumont, Zezita Matos e o drama de época Beiço de Estrada, com Mayana Neiva.

Em 2019, o filme Beiço de Estrada foi selecionado para o Festival Internacional de Cinema Brasileiro, que aconteceu em Milão, na Itália.

Eliézer recebeu diversos prêmios nacionais com produções teatrais: Seca, Beiço de Estrada, O Barraco, Até Amanhã, Drops do Halley, Homens de Lua, Trinca Mas Não Quebra, Anjos de Augusto, Sinhá Flor, Como Nasce um Cabra da Peste, Adeus Mamanita, Estrelas ao Relento e Efemérico.

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O deputado federal Zé Tovão (PL-SC), aliado do senador e candidato à Presidência da República, Falávio Bolsonaro (PL-RJ), acionou o Tribunal Superior Eleitoral (TSE) contra o reajuste do Bolsa Família anunciado pelo presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) nesta quinta-feira (15).

O ministro André Mendonça foi sorteado relator do caso no TSE.

Com o reajuste, o piso do programa passa de R$ 600 para R$ 691. O novo valor começa a valer no mês de outubro, com pagamentos a partir de 19 de outubro, entre o primeiro e o segundo turno (se houver) das eleições presidenciais.

Segundo o Ministério do Planejamento, o custo do reajuste do Bolsa Família, neste ano, será de R$ 5,8 bilhões. Para 2027, o impacto nas despesas será de R$ 22,7 bilhões.

Em agosto, o governo enviou ao Legislativo a proposta de orçamento para 2027 sem contemplar aumento nos valores do programa.

O que diz o governo

O Ministério da Fazenda informou que o reajuste do Bolsa Família apenas repõe as perdas inflacionárias dos últimos anos, o que não equivaleria a um aumento do benefício social.

De acordo com a Advocacia-Geral da União (AGU), a lei que instituiu o novo Bolsa Família, em 2023, autoriza o Poder Executivo a “corrigir os valores dos benefícios e proíbe sua redução”.

“Ao editar o ato, o Governo Federal exerce, portanto, a competência que o Congresso Nacional lhe atribuiu”, acrescentou o orgão em posicionamento divulgado à imprensa.

Segundo a AGU, a correção do benefício pela inflação, sem a ampliação do público beneficiado, está “fora do alcance de qualquer vedação eleitoral”.

Com Portal G1