Ampla maioria da população de Coxixola aprova atuação da gestão municipal no enfrentamento a Covid-19

A política de enfretamento a Covid-19 foi com certeza um dos maiores desafios das gestões públicas no ano de 2021. Nesta área foram necessárias medidas emergenciais como priorização das ações, deslocamento de estrutura, profissionais, emissão de decretos, entre outras medidas.

A gestão de enfrentamento a pandemia no município de Coxixola foi devidamente reconhecida e aprovada pela população, conforme recente pesquisa realizada na cidade.

Foi perguntado aos entrevistados como eles avaliam a atuação da gestão municipal, através da Secretaria de Saúde em relação ao enfrentamento a Covid-19 e a aprovação da população a esse serviço chegou a 84%.

Na pesquisa 30% avaliaram como “Ótima”, enquanto 54% disseram que a gestão de enfrentamento foi “Boa”, totalizando a aprovação de 84%. Já 9% relatou que foi “Regular/Razoável” a apenas 3% desaprovaram. Outros 4% não opinaram sobre o tema.

O prefeito Nelsinho Honorato parabenizou toda a equipe do município pela dedicação durante o ano de 2021 em prol da saúde dos coxixolenses, revelou que esse reconhecimento mostra que a gestão vem trilhando o caminho correto, mas disse que também amplia a responsabilidade em ofertar bons serviços de saúde a todos. O gestor aproveitou para alertar a todos para os cuidados com a Covid-19 que volta a crescer nos municípios com a variante Ômicron.

DADOS TÉCNICOS

A Pesquisa foi realizada pela empresa “IP Pesquisas e Acompanhamento de Gestão” no dia 13 de janeiro de 2022.

O levantamento foi realizado abrangendo os moradores de 16 anos de idade ou mais utilizando técnicas de Amostragem Estratificada.

CONFIABILIDADE

O intervalo de confiança, com grau de confiabilidade de aproximadamente 95%, tem margem de erro estimada para a amostra total de 6,9 pontos percentuais para mais ou para menos.

A pesquisa é assinada por Felipe Moreira Martine, estatístico graduado na UFMG e pós-graduado em ciência de dados na PUC Minas.

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O deputado federal Zé Tovão (PL-SC), aliado do senador e candidato à Presidência da República, Falávio Bolsonaro (PL-RJ), acionou o Tribunal Superior Eleitoral (TSE) contra o reajuste do Bolsa Família anunciado pelo presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) nesta quinta-feira (15).

O ministro André Mendonça foi sorteado relator do caso no TSE.

Com o reajuste, o piso do programa passa de R$ 600 para R$ 691. O novo valor começa a valer no mês de outubro, com pagamentos a partir de 19 de outubro, entre o primeiro e o segundo turno (se houver) das eleições presidenciais.

Segundo o Ministério do Planejamento, o custo do reajuste do Bolsa Família, neste ano, será de R$ 5,8 bilhões. Para 2027, o impacto nas despesas será de R$ 22,7 bilhões.

Em agosto, o governo enviou ao Legislativo a proposta de orçamento para 2027 sem contemplar aumento nos valores do programa.

O que diz o governo

O Ministério da Fazenda informou que o reajuste do Bolsa Família apenas repõe as perdas inflacionárias dos últimos anos, o que não equivaleria a um aumento do benefício social.

De acordo com a Advocacia-Geral da União (AGU), a lei que instituiu o novo Bolsa Família, em 2023, autoriza o Poder Executivo a “corrigir os valores dos benefícios e proíbe sua redução”.

“Ao editar o ato, o Governo Federal exerce, portanto, a competência que o Congresso Nacional lhe atribuiu”, acrescentou o orgão em posicionamento divulgado à imprensa.

Segundo a AGU, a correção do benefício pela inflação, sem a ampliação do público beneficiado, está “fora do alcance de qualquer vedação eleitoral”.

Com Portal G1