Secretaria de Educação de Sumé lança 02 processos seletivos

INFORME PUBLICITÁRIO: A Secretaria de Educação, através da comissão de fiscalização e acompanhamento de processos seletivos públicos, instituída pela Portaria nº 01/2022 lançou dois editais.

O processo seletivo simplificado (PSS) nº 03/2022, tem o objetivo de selecionar Professores da Educação Infantil/Fundamental I (anos iniciais), Fundamental II (anos finais) e formar cadastro de reserva (CR).

Já o processo seletivo simplificado (PSS) nº 04/2022, tem o objetivo de selecionar Condutor de Transporte Escolar e também formar cadastro de reserva (CR).

Os dois PSS visam a contratação por tempo determinado, em caráter excepcional de interesse público, de acordo com a necessidade da Secretaria de Educação do Município.

A remuneração do PSS nº 003/2022 é de R$ 2.186,00 e do PSS nº 004/2022 é de R$ 1.212,00 + gratificação por desempenho.

As inscrições são gratuitas e podem ser realizadas no prédio da Secretaria de Educação no seguinte e horário:

  • Dias 31/01 (segunda-feira) e 01/02 (terça-feira) – das 08h às 16h;
  • Dia 02/02 (quarta-feira) – das 08h às 12h.

A documentação exigida e todos os demais detalhes podem ser conferidos nos editais disponíveis:

PSS Nº 003.2022 – PROFESSOR

PSS Nº 004.2022 – CONDUTOR DE TRANSPORTE ESCOLAR

 

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O deputado federal Zé Tovão (PL-SC), aliado do senador e candidato à Presidência da República, Falávio Bolsonaro (PL-RJ), acionou o Tribunal Superior Eleitoral (TSE) contra o reajuste do Bolsa Família anunciado pelo presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) nesta quinta-feira (15).

O ministro André Mendonça foi sorteado relator do caso no TSE.

Com o reajuste, o piso do programa passa de R$ 600 para R$ 691. O novo valor começa a valer no mês de outubro, com pagamentos a partir de 19 de outubro, entre o primeiro e o segundo turno (se houver) das eleições presidenciais.

Segundo o Ministério do Planejamento, o custo do reajuste do Bolsa Família, neste ano, será de R$ 5,8 bilhões. Para 2027, o impacto nas despesas será de R$ 22,7 bilhões.

Em agosto, o governo enviou ao Legislativo a proposta de orçamento para 2027 sem contemplar aumento nos valores do programa.

O que diz o governo

O Ministério da Fazenda informou que o reajuste do Bolsa Família apenas repõe as perdas inflacionárias dos últimos anos, o que não equivaleria a um aumento do benefício social.

De acordo com a Advocacia-Geral da União (AGU), a lei que instituiu o novo Bolsa Família, em 2023, autoriza o Poder Executivo a “corrigir os valores dos benefícios e proíbe sua redução”.

“Ao editar o ato, o Governo Federal exerce, portanto, a competência que o Congresso Nacional lhe atribuiu”, acrescentou o orgão em posicionamento divulgado à imprensa.

Segundo a AGU, a correção do benefício pela inflação, sem a ampliação do público beneficiado, está “fora do alcance de qualquer vedação eleitoral”.

Com Portal G1