“Cidade da Costura”: Prefeitura de São Domingos do Cariri instala letreiro turístico

A Prefeitura de São Domingos do Cariri, por meio da gestão do prefeito Onildo Lindberg, está trabalhando firme para tornar São Domingos do Cariri, um polo empreendedor, através da confecção de roupas. O município já recebeu o título de “Cidade da Costura”.

Além de ações efetivas de apoio aos empreendedores, a gestão municipal também está trabalhando para projetar o município. A cidade ganhou um letreiro turístico na área central, como o nome: “São Domingos do Cariri – Cidade da Costura”.

“É um compromisso nossa torna São Domingos do Cariri ‘ Cidade da Costura. Dentro do projeto elaborado está a inclusão de um letreiro turístico e nós acabamos de implantar. Nosso projeto vai de ações de apoio aos empreendedores como fizemos recentemente com a entrega de um centro de costura, onde acomodamos várias pessoas, além de investir quase R$ 100 mil em máquinas de costura, mas também está incluso a projeção da cidade turisticamente, a exemplo do letreiro e da Festa do Costura, que nossa equipe já está projetando para colocar em prática”, argumentou o prefeito, Onildo.

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O deputado federal Zé Tovão (PL-SC), aliado do senador e candidato à Presidência da República, Falávio Bolsonaro (PL-RJ), acionou o Tribunal Superior Eleitoral (TSE) contra o reajuste do Bolsa Família anunciado pelo presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) nesta quinta-feira (15).

O ministro André Mendonça foi sorteado relator do caso no TSE.

Com o reajuste, o piso do programa passa de R$ 600 para R$ 691. O novo valor começa a valer no mês de outubro, com pagamentos a partir de 19 de outubro, entre o primeiro e o segundo turno (se houver) das eleições presidenciais.

Segundo o Ministério do Planejamento, o custo do reajuste do Bolsa Família, neste ano, será de R$ 5,8 bilhões. Para 2027, o impacto nas despesas será de R$ 22,7 bilhões.

Em agosto, o governo enviou ao Legislativo a proposta de orçamento para 2027 sem contemplar aumento nos valores do programa.

O que diz o governo

O Ministério da Fazenda informou que o reajuste do Bolsa Família apenas repõe as perdas inflacionárias dos últimos anos, o que não equivaleria a um aumento do benefício social.

De acordo com a Advocacia-Geral da União (AGU), a lei que instituiu o novo Bolsa Família, em 2023, autoriza o Poder Executivo a “corrigir os valores dos benefícios e proíbe sua redução”.

“Ao editar o ato, o Governo Federal exerce, portanto, a competência que o Congresso Nacional lhe atribuiu”, acrescentou o orgão em posicionamento divulgado à imprensa.

Segundo a AGU, a correção do benefício pela inflação, sem a ampliação do público beneficiado, está “fora do alcance de qualquer vedação eleitoral”.

Com Portal G1