Avião que traria deputado paraibano tem turbina atingida por pássaro e aborta decolagem em SP

Uma aeronave que traria o deputado estadual Walber Virgolino (Patriota) e outros paraibanos para João Pessoa, na manhã de hoje, precisou abortar a decolagem. Ao inspecionarem o avião as equipes identificaram que uma das turbinas havia sido atingida por um pássaro. Por segurança, os passageiros estão sendo relocados para uma outra aeronave.

O avião decolaria do aeroporto de Guarulhos às 09h.

“Fui pego de surpresa. Ainda bem que Deus ajudou e eles detectaram o problema antes da decolagem”, disse Walber a reportagem.

Candidato à reeleição este ano, Walber certamente espera que o episódio fique somente nas aeronaves – porque as turbinas dele já estão ligadas há tempos. Por enquanto, sem a ameaça de pássaros.

Jornal da Paraíba/ Pleno Poder

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O deputado federal Zé Tovão (PL-SC), aliado do senador e candidato à Presidência da República, Falávio Bolsonaro (PL-RJ), acionou o Tribunal Superior Eleitoral (TSE) contra o reajuste do Bolsa Família anunciado pelo presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) nesta quinta-feira (15).

O ministro André Mendonça foi sorteado relator do caso no TSE.

Com o reajuste, o piso do programa passa de R$ 600 para R$ 691. O novo valor começa a valer no mês de outubro, com pagamentos a partir de 19 de outubro, entre o primeiro e o segundo turno (se houver) das eleições presidenciais.

Segundo o Ministério do Planejamento, o custo do reajuste do Bolsa Família, neste ano, será de R$ 5,8 bilhões. Para 2027, o impacto nas despesas será de R$ 22,7 bilhões.

Em agosto, o governo enviou ao Legislativo a proposta de orçamento para 2027 sem contemplar aumento nos valores do programa.

O que diz o governo

O Ministério da Fazenda informou que o reajuste do Bolsa Família apenas repõe as perdas inflacionárias dos últimos anos, o que não equivaleria a um aumento do benefício social.

De acordo com a Advocacia-Geral da União (AGU), a lei que instituiu o novo Bolsa Família, em 2023, autoriza o Poder Executivo a “corrigir os valores dos benefícios e proíbe sua redução”.

“Ao editar o ato, o Governo Federal exerce, portanto, a competência que o Congresso Nacional lhe atribuiu”, acrescentou o orgão em posicionamento divulgado à imprensa.

Segundo a AGU, a correção do benefício pela inflação, sem a ampliação do público beneficiado, está “fora do alcance de qualquer vedação eleitoral”.

Com Portal G1