Prefeitura de Santo André articula realização de 10 cirurgias eletivas através do programa Opera Paraíba

A gestão da saúde de Santo André inseriu o município no programa Opera Paraíba e apenas neste primeiro mês do ano agendou 10 cirurgias para pacientes santoandreenses. Estão sendo realizadas numa parceria da Prefeitura com o Governo do Estado 3 cirurgias de hérnia e vesícula, 6 de pterígio e 1 de catarata.

Os primeiros santoandreenses beneficiados já realizaram com sucesso sua cirurgia e outros 7 serão contemplados no próximo dia 03 de fevereiro.

Segundo o secretário de saúde Rosenildo Alves, as demais cirurgias da demanda reprimida serão marcadas em breve e a Secretaria de Saúde já está agilizando os exames pré-operatórios para os pacientes.

“O programa Opera Paraíba é uma grande iniciativa do Governo do Estado para zerar a fila por cirurgias no Estado. Essa inserção do município de Santo André vai também promover o fim da fila de espera por uma cirurgia eletiva na cidade e desta forma proporcionará mais saúde e qualidade de vida para nosso povo”, destacou o secretário Rosenildo Alves.

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O deputado federal Zé Tovão (PL-SC), aliado do senador e candidato à Presidência da República, Falávio Bolsonaro (PL-RJ), acionou o Tribunal Superior Eleitoral (TSE) contra o reajuste do Bolsa Família anunciado pelo presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) nesta quinta-feira (15).

O ministro André Mendonça foi sorteado relator do caso no TSE.

Com o reajuste, o piso do programa passa de R$ 600 para R$ 691. O novo valor começa a valer no mês de outubro, com pagamentos a partir de 19 de outubro, entre o primeiro e o segundo turno (se houver) das eleições presidenciais.

Segundo o Ministério do Planejamento, o custo do reajuste do Bolsa Família, neste ano, será de R$ 5,8 bilhões. Para 2027, o impacto nas despesas será de R$ 22,7 bilhões.

Em agosto, o governo enviou ao Legislativo a proposta de orçamento para 2027 sem contemplar aumento nos valores do programa.

O que diz o governo

O Ministério da Fazenda informou que o reajuste do Bolsa Família apenas repõe as perdas inflacionárias dos últimos anos, o que não equivaleria a um aumento do benefício social.

De acordo com a Advocacia-Geral da União (AGU), a lei que instituiu o novo Bolsa Família, em 2023, autoriza o Poder Executivo a “corrigir os valores dos benefícios e proíbe sua redução”.

“Ao editar o ato, o Governo Federal exerce, portanto, a competência que o Congresso Nacional lhe atribuiu”, acrescentou o orgão em posicionamento divulgado à imprensa.

Segundo a AGU, a correção do benefício pela inflação, sem a ampliação do público beneficiado, está “fora do alcance de qualquer vedação eleitoral”.

Com Portal G1