Hospital Metropolitano de Santa Rita atinge 100% de ocupação dos leitos de Covid-19

O Hospital Metropolitano de Santa Rita atingiu 100% de ocupação dos leitos de Covid-19. A informação foi confirmada pela assessoria de comunicação da unidade hospitalar. São 10 leitos de UTI e 10 de enfermaria. Apesar disso, a Secretaria de Estado da Saúde (SES) informou que a situação não é alarmante, tendo em vista que as outras unidades hospitalares estão com baixa nos leitos.

O que tem acontecido é que os encaminhamentos, após atendimento, são realizado a partir da qualidade dos hospital. Apesar da lotação, a ocupação de leitos de UTI na 1ª Região.

Ainda conforme a assessoria do Hospital Metropolitano, do dia 1º ao dia 24 de janeiro foram 39 pacientes admitidos por Covid-19, com média de idade de 59 anos. Desse total, apenas um não estava vacinado. No entanto, os demais não completaram o ciclo vacinal.

Cenário em outros hospitais

No Hospital Clementino Fraga, de acordo com a assessoria de comunicação, dos 20 leitos de UTI, 19 estão ocupadas. Na enfermaria, por sua vez, são 20 leitos, estando 16 em uso.

Já no Hospital Prontovida, a secretária de saúde do município, Margareth Diniz, informou que dos 10 leitos de enfermaria para pessoas com Covid-19, oito estão sem uso.

Com G1 PB

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O deputado federal Zé Tovão (PL-SC), aliado do senador e candidato à Presidência da República, Falávio Bolsonaro (PL-RJ), acionou o Tribunal Superior Eleitoral (TSE) contra o reajuste do Bolsa Família anunciado pelo presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) nesta quinta-feira (15).

O ministro André Mendonça foi sorteado relator do caso no TSE.

Com o reajuste, o piso do programa passa de R$ 600 para R$ 691. O novo valor começa a valer no mês de outubro, com pagamentos a partir de 19 de outubro, entre o primeiro e o segundo turno (se houver) das eleições presidenciais.

Segundo o Ministério do Planejamento, o custo do reajuste do Bolsa Família, neste ano, será de R$ 5,8 bilhões. Para 2027, o impacto nas despesas será de R$ 22,7 bilhões.

Em agosto, o governo enviou ao Legislativo a proposta de orçamento para 2027 sem contemplar aumento nos valores do programa.

O que diz o governo

O Ministério da Fazenda informou que o reajuste do Bolsa Família apenas repõe as perdas inflacionárias dos últimos anos, o que não equivaleria a um aumento do benefício social.

De acordo com a Advocacia-Geral da União (AGU), a lei que instituiu o novo Bolsa Família, em 2023, autoriza o Poder Executivo a “corrigir os valores dos benefícios e proíbe sua redução”.

“Ao editar o ato, o Governo Federal exerce, portanto, a competência que o Congresso Nacional lhe atribuiu”, acrescentou o orgão em posicionamento divulgado à imprensa.

Segundo a AGU, a correção do benefício pela inflação, sem a ampliação do público beneficiado, está “fora do alcance de qualquer vedação eleitoral”.

Com Portal G1