Secretaria de Saúde distribui doses de vacina e testes de Covid-19 para os 223 municípios paraibanos nesta segunda

Nesta segunda-feira (24), a Secretaria de Estado da Saúde (SES) distribui 120.798 doses de vacina e 130.420 testes rápidos de antígeno para triagem e diagnóstico da Covid-19. Os insumos serão entregues nas gerencias regionais de saúde e estarão disponíveis para que os municípios façam as retiradas no quantitativo indicado em nota técnica.

Das doses de vacina, 113.918 são da Pfizer/Comirnaty; 6.875 da Butantan/Sinovac e cinco da Fiocruz/Astrazeneca e são destinadas para a ampliação da cobertura da vacinação na população acima de 12 anos.

O secretário de Estado da Saúde, Geraldo Medeiros, destacou que, após a entrega por parte do Estado, cabe ao gestor municipal fazer o abastecimento dos serviços assistenciais do seu território e manter as ações de vigilância para conter o avanço da Covid-19. “Recentemente, tivemos um significativo aumento de casos, que reforça a importância de manter os cuidados individuais e coletivos”, pontuou.

Com o aumento de casos, acende o alerta também para o crescimento na ocupação de leitos. Para prestar atendimento médico à população, a SES ainda disponibiliza o Alô Saúde, um serviço de teleatendimento, disponível de segunda a sexta-feira, das 8h às 18h. O interessado deve ligar para o número (83) 3211-9844 e será atendido por médicos que tirarão todas as dúvidas e darão as orientações sobre as condutas necessárias. O serviço poderá ser acessado de qualquer localidade.

O objetivo da estratégia ‘Alô Saúde’ é tirar dúvidas relacionadas às doenças que apresentem sintomas gripais e evitar que a população se dirija aos serviços de referência em busca dessas orientações. Assim, os usuários poderão ter as informações necessárias em casa e a procura por atendimento médico presencial será indicada apenas para os casos de maior risco ou mais graves, evitando as longas filas de espera e aglomerações nos serviços de saúde.

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O deputado federal Zé Tovão (PL-SC), aliado do senador e candidato à Presidência da República, Falávio Bolsonaro (PL-RJ), acionou o Tribunal Superior Eleitoral (TSE) contra o reajuste do Bolsa Família anunciado pelo presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) nesta quinta-feira (15).

O ministro André Mendonça foi sorteado relator do caso no TSE.

Com o reajuste, o piso do programa passa de R$ 600 para R$ 691. O novo valor começa a valer no mês de outubro, com pagamentos a partir de 19 de outubro, entre o primeiro e o segundo turno (se houver) das eleições presidenciais.

Segundo o Ministério do Planejamento, o custo do reajuste do Bolsa Família, neste ano, será de R$ 5,8 bilhões. Para 2027, o impacto nas despesas será de R$ 22,7 bilhões.

Em agosto, o governo enviou ao Legislativo a proposta de orçamento para 2027 sem contemplar aumento nos valores do programa.

O que diz o governo

O Ministério da Fazenda informou que o reajuste do Bolsa Família apenas repõe as perdas inflacionárias dos últimos anos, o que não equivaleria a um aumento do benefício social.

De acordo com a Advocacia-Geral da União (AGU), a lei que instituiu o novo Bolsa Família, em 2023, autoriza o Poder Executivo a “corrigir os valores dos benefícios e proíbe sua redução”.

“Ao editar o ato, o Governo Federal exerce, portanto, a competência que o Congresso Nacional lhe atribuiu”, acrescentou o orgão em posicionamento divulgado à imprensa.

Segundo a AGU, a correção do benefício pela inflação, sem a ampliação do público beneficiado, está “fora do alcance de qualquer vedação eleitoral”.

Com Portal G1