Chove mais de 100 milímetros em João Pessoa nas últimas 12 horas, revela Defesa Civil

João Pessoa já registrou 102 milímetros de chuvas nas últimas 12 horas. A informação foi dada pela Defesa Civil na manhã desta sexta-feira (21).

O bairro que registrou a maior precipitação de chuvas foi o Centro com 102 mm, seguido do bairro de Tambauzinho com 76,6 mm e o bairro do Cuiá, com 68,4 mm.

Ainda de acordo com a Defesa Civil, não há registro de ocorrências, porém o órgão permanece em alerta.

Vários pontos de alagamento foram registrados pelas ruas de João Pessoa, como a principal dos Bancários, imediações do Viaduto do Cristo, nas proximidades da CBTU, no bairro do Varadouro, ao lado da Central de Polícia, no bairro do Geisel, na Avenida Pedro II, na lateral da rodoviária e na Avenida Hilton Souto Maior ( Auto Trevo).

Alguns moradores informaram a falta de energia em bairros como Geisel Cuiá.

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O deputado federal Zé Tovão (PL-SC), aliado do senador e candidato à Presidência da República, Falávio Bolsonaro (PL-RJ), acionou o Tribunal Superior Eleitoral (TSE) contra o reajuste do Bolsa Família anunciado pelo presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) nesta quinta-feira (15).

O ministro André Mendonça foi sorteado relator do caso no TSE.

Com o reajuste, o piso do programa passa de R$ 600 para R$ 691. O novo valor começa a valer no mês de outubro, com pagamentos a partir de 19 de outubro, entre o primeiro e o segundo turno (se houver) das eleições presidenciais.

Segundo o Ministério do Planejamento, o custo do reajuste do Bolsa Família, neste ano, será de R$ 5,8 bilhões. Para 2027, o impacto nas despesas será de R$ 22,7 bilhões.

Em agosto, o governo enviou ao Legislativo a proposta de orçamento para 2027 sem contemplar aumento nos valores do programa.

O que diz o governo

O Ministério da Fazenda informou que o reajuste do Bolsa Família apenas repõe as perdas inflacionárias dos últimos anos, o que não equivaleria a um aumento do benefício social.

De acordo com a Advocacia-Geral da União (AGU), a lei que instituiu o novo Bolsa Família, em 2023, autoriza o Poder Executivo a “corrigir os valores dos benefícios e proíbe sua redução”.

“Ao editar o ato, o Governo Federal exerce, portanto, a competência que o Congresso Nacional lhe atribuiu”, acrescentou o orgão em posicionamento divulgado à imprensa.

Segundo a AGU, a correção do benefício pela inflação, sem a ampliação do público beneficiado, está “fora do alcance de qualquer vedação eleitoral”.

Com Portal G1