Covid apresenta alta na PB e especialista reforça necessidade de vacinas

O taxa de transmissão da Covid-19 está elevada na Paraíba. A constatação é do diretor da Escola de Saúde Pública da Paraíba (ESP), Felipe Proenço. De acordo com ele, nesta quarta-feira (19) foram registrados 1900 novos casos da doença, taxa que não era registrada deste o mês de julho de 2021.

Diante da situação, ele ressalta a importância dos cuidados sanitários e também a busca pela vacinação.

“É importante seguimos atento a essa situação de aumento da transmissão da Covid-19 em um contexto de novas variantes e observar as medidas de prevenção e reforçar a vacinação de todos os grupos etários”, destacou.

De acordo com Felipe Proenço, os caos registrados não apresentam gravidade e isso é atribuído às vacinas contra a doença causada pelo novo coronavírus. “Certamente é uma das explicações para esses casos leves”, resumiu.

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O deputado federal Zé Tovão (PL-SC), aliado do senador e candidato à Presidência da República, Falávio Bolsonaro (PL-RJ), acionou o Tribunal Superior Eleitoral (TSE) contra o reajuste do Bolsa Família anunciado pelo presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) nesta quinta-feira (15).

O ministro André Mendonça foi sorteado relator do caso no TSE.

Com o reajuste, o piso do programa passa de R$ 600 para R$ 691. O novo valor começa a valer no mês de outubro, com pagamentos a partir de 19 de outubro, entre o primeiro e o segundo turno (se houver) das eleições presidenciais.

Segundo o Ministério do Planejamento, o custo do reajuste do Bolsa Família, neste ano, será de R$ 5,8 bilhões. Para 2027, o impacto nas despesas será de R$ 22,7 bilhões.

Em agosto, o governo enviou ao Legislativo a proposta de orçamento para 2027 sem contemplar aumento nos valores do programa.

O que diz o governo

O Ministério da Fazenda informou que o reajuste do Bolsa Família apenas repõe as perdas inflacionárias dos últimos anos, o que não equivaleria a um aumento do benefício social.

De acordo com a Advocacia-Geral da União (AGU), a lei que instituiu o novo Bolsa Família, em 2023, autoriza o Poder Executivo a “corrigir os valores dos benefícios e proíbe sua redução”.

“Ao editar o ato, o Governo Federal exerce, portanto, a competência que o Congresso Nacional lhe atribuiu”, acrescentou o orgão em posicionamento divulgado à imprensa.

Segundo a AGU, a correção do benefício pela inflação, sem a ampliação do público beneficiado, está “fora do alcance de qualquer vedação eleitoral”.

Com Portal G1