NOVO SURTO: Monteiro chega a 90 casos ativos da Covid e cidades do Cariri registram aumento de casos da doença

Os municípios que compõe a região do Cariri paraibano vem registrando nos últimos dias um aumento de casos ativos da Covid-19. Nas últimas 24 horas, os números só aumentaram e deixaram um sinal de alerta ligado sobre a possibilidade de um novo surto da doença na região.

Algumas cidades como Monteiro e Sumé vem registrando um aumento considerável de casos. Em Monteiro, a Secretaria Municipal de Saúde informou que nessa segunda-feira 17, foram confirmados 22 novos casos para COVID-19, e agora o município passou para o número de 90 casos ativos da doença.

Em seu novo boletim, dois pacientes de Monteiro encontram-se internados. Um paciente com 26 anos de idade, sexo feminino, com estado geral estável, encontra-se na enfermaria do Hospital Santa Filomena. Já um outro paciente foi transferido para o Hospital das clínicas, paciente 73 anos de idade, sexo masculino, com comorbidades, com estado geral estável.

Já em Sumé, a Secretaria de Saúde registrou 09 novos casos de coronavírus nesta última segunda-feira(17). O município encontra-se atualmente com 67 casos ativos da doença e com 05 casos sob investigação.

Outro município da região que também registrou um aumento considerável no número de casos foi em Serra Branca. Nas últimas 24 horas, foi confirmado 17 novos casos ativos da Covid. De acordo com o novo boletim divulgado, 39 pacientes encontra-se em isolamento e seguem sendo orientados pelos profissionais de saúde do município.

Outras cidades da região também estão registrando um aumento de casos, a exemplo de São João do Cariri com 13 casos ativos e Gurjão com 20 casos.

O aumento de número de casos da doença na região vem deixando à população em alerta e nesta última segunda-feira(17) o ministro da Saúde, Marcelo Queiroga, em visita à Monteiro, alertou a população sobre a possibilidade do país está diante de uma possível terceira onda da pandemia do novo coronavírus.

“Há mais de 70 milhões de doses que estão com os estados e essas doses têm que ser aplicadas no público- alvo. A prioridade é a aplicação da segunda dose e da dose de reforço. Estamos diante de uma possível terceira onda em função da variante Ômicron aumentando o número de casos”, disse o ministro.

De Olho no Cariri

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O deputado federal Zé Tovão (PL-SC), aliado do senador e candidato à Presidência da República, Falávio Bolsonaro (PL-RJ), acionou o Tribunal Superior Eleitoral (TSE) contra o reajuste do Bolsa Família anunciado pelo presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) nesta quinta-feira (15).

O ministro André Mendonça foi sorteado relator do caso no TSE.

Com o reajuste, o piso do programa passa de R$ 600 para R$ 691. O novo valor começa a valer no mês de outubro, com pagamentos a partir de 19 de outubro, entre o primeiro e o segundo turno (se houver) das eleições presidenciais.

Segundo o Ministério do Planejamento, o custo do reajuste do Bolsa Família, neste ano, será de R$ 5,8 bilhões. Para 2027, o impacto nas despesas será de R$ 22,7 bilhões.

Em agosto, o governo enviou ao Legislativo a proposta de orçamento para 2027 sem contemplar aumento nos valores do programa.

O que diz o governo

O Ministério da Fazenda informou que o reajuste do Bolsa Família apenas repõe as perdas inflacionárias dos últimos anos, o que não equivaleria a um aumento do benefício social.

De acordo com a Advocacia-Geral da União (AGU), a lei que instituiu o novo Bolsa Família, em 2023, autoriza o Poder Executivo a “corrigir os valores dos benefícios e proíbe sua redução”.

“Ao editar o ato, o Governo Federal exerce, portanto, a competência que o Congresso Nacional lhe atribuiu”, acrescentou o orgão em posicionamento divulgado à imprensa.

Segundo a AGU, a correção do benefício pela inflação, sem a ampliação do público beneficiado, está “fora do alcance de qualquer vedação eleitoral”.

Com Portal G1