Restrições médicas impedem Bolsonaro de participar de motociata na Paraíba

A organização da motociata que acontecerá neste sábado (15) em João Pessoa recebeu, oficialmente, o comunicado da Presidência da República informando sobre a impossibilidade do presidente Jair Bolsonaro (PL) participar do evento.

No ofício, a Presidência informou que “em razão de compromissos preestabelecidos e restrições médicas” Bolsonaro não poderá participar.

Em nota, a organização afirmou que motociata em favor da causa autista está mantida. O ato terá início às 8h nas imediações do Aeroporto Presidente Castro Pinto, na Região Metropolitana de João Pessoa, e vai seguir até Campina Grande.

Obstrução intestinal 

O presidente Jair Bolsonaro foi internado na semana passada Hospital Nova Star, em São Paulo, com uma nova obstrução intestinal.

Bolsonaro explicou que começou a passar mal após o almoço de domingo. Uma sonda nasogástrica foi colocada nele e exames foram feitos para avaliar uma possível cirurgia de obstrução interna na região abdominal. A intervenção foi descartada.

O chefe do executivo nacional recebeu alta no dia 05 de janeiro, mas precisa seguir recomendações médicas.

Com Blog Wallison Bezerra/Mais PB

COMPARTILHE ESSA NOTÍCIA

Facebook
WhatsApp
Print

O deputado federal Zé Tovão (PL-SC), aliado do senador e candidato à Presidência da República, Falávio Bolsonaro (PL-RJ), acionou o Tribunal Superior Eleitoral (TSE) contra o reajuste do Bolsa Família anunciado pelo presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) nesta quinta-feira (15).

O ministro André Mendonça foi sorteado relator do caso no TSE.

Com o reajuste, o piso do programa passa de R$ 600 para R$ 691. O novo valor começa a valer no mês de outubro, com pagamentos a partir de 19 de outubro, entre o primeiro e o segundo turno (se houver) das eleições presidenciais.

Segundo o Ministério do Planejamento, o custo do reajuste do Bolsa Família, neste ano, será de R$ 5,8 bilhões. Para 2027, o impacto nas despesas será de R$ 22,7 bilhões.

Em agosto, o governo enviou ao Legislativo a proposta de orçamento para 2027 sem contemplar aumento nos valores do programa.

O que diz o governo

O Ministério da Fazenda informou que o reajuste do Bolsa Família apenas repõe as perdas inflacionárias dos últimos anos, o que não equivaleria a um aumento do benefício social.

De acordo com a Advocacia-Geral da União (AGU), a lei que instituiu o novo Bolsa Família, em 2023, autoriza o Poder Executivo a “corrigir os valores dos benefícios e proíbe sua redução”.

“Ao editar o ato, o Governo Federal exerce, portanto, a competência que o Congresso Nacional lhe atribuiu”, acrescentou o orgão em posicionamento divulgado à imprensa.

Segundo a AGU, a correção do benefício pela inflação, sem a ampliação do público beneficiado, está “fora do alcance de qualquer vedação eleitoral”.

Com Portal G1