Serra Branca e Taperoá registram os maiores índices de chuvas da região nas últimas 24 horas

Nas últimas 48 horas, várias cidades do Cariri paraibano vem registrando fortes chuvas que deram de volta, a alegria e a esperança de um bom inverno e uma ótima colheita para os agricultores da região para o ano de 2022.

As chuvas foram intensas na região, com direito a chuvas de granizo, acompanhadas com de raios e trovões em algumas cidades da região, a exemplo de Assunção e Serra Branca.

Segundo dados fornecidos pela EMPAER, as cidades de Taperoá e Serra Branca registraram os maiores índices pluviométricos da região nas últimas 24 horas.

Confira a milimetragem das chuvas em cada município de acordo com os dados fornecidos pela EMPAER:

Ouro Velho. 33,4mm
Livramento. 10,5mm
Taperoá. 61,5mm
Prata. 17,8mm
Sumé. 20,0mm
S.J.Cordeiros. 25,9mm
Zabelê. 6,1mm
Parari 16,9mm
Santo André. 40,0mm
Coxixola. 0,3mm
Amparo. 10,3mm
Serra Branca 44,5 mm

De Olho no Cariri

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O deputado federal Zé Tovão (PL-SC), aliado do senador e candidato à Presidência da República, Falávio Bolsonaro (PL-RJ), acionou o Tribunal Superior Eleitoral (TSE) contra o reajuste do Bolsa Família anunciado pelo presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) nesta quinta-feira (15).

O ministro André Mendonça foi sorteado relator do caso no TSE.

Com o reajuste, o piso do programa passa de R$ 600 para R$ 691. O novo valor começa a valer no mês de outubro, com pagamentos a partir de 19 de outubro, entre o primeiro e o segundo turno (se houver) das eleições presidenciais.

Segundo o Ministério do Planejamento, o custo do reajuste do Bolsa Família, neste ano, será de R$ 5,8 bilhões. Para 2027, o impacto nas despesas será de R$ 22,7 bilhões.

Em agosto, o governo enviou ao Legislativo a proposta de orçamento para 2027 sem contemplar aumento nos valores do programa.

O que diz o governo

O Ministério da Fazenda informou que o reajuste do Bolsa Família apenas repõe as perdas inflacionárias dos últimos anos, o que não equivaleria a um aumento do benefício social.

De acordo com a Advocacia-Geral da União (AGU), a lei que instituiu o novo Bolsa Família, em 2023, autoriza o Poder Executivo a “corrigir os valores dos benefícios e proíbe sua redução”.

“Ao editar o ato, o Governo Federal exerce, portanto, a competência que o Congresso Nacional lhe atribuiu”, acrescentou o orgão em posicionamento divulgado à imprensa.

Segundo a AGU, a correção do benefício pela inflação, sem a ampliação do público beneficiado, está “fora do alcance de qualquer vedação eleitoral”.

Com Portal G1