Chuva de granizo é registrada em Serra Branca e fenômeno surpreende moradores; VEJA O VÍDEO

Moradores de Serra Branca, Cariri da Paraíba, foram surpreendidos por uma chuva de granizo, nesta quinta-feira (13). Pequenas pedras de gelo foram vistas pelas pessoas que registraram, em vídeos, a chuva que também teve ventos fortes.

Moradores estranharam barulhos como se fossem pedras caindo nos telhados das casas e detectaram que eram pequenas pedras de gelo no Bairro do Pilão e em pontos no centro da cidade. Também foram registrados chuvas com raios e trovões.

“Olha aqui galera as pedrinhas de gelo. Nunca tinha visto isso aqui não!”, disse um morador, surpreso, em um vídeo divulgado nas redes sociais.

Além de Serra Branca, o fenômeno também foi registrado nesta quinta nas cidades de Junco do Seridó e Santa Luzia, no Sertão da Paraíba.

Durante esta última quarta-feira(12), a cidade de Assunção, no Cariri, também havia registrado chuvas com granizo, além de fortes chuvas de ventos que acabaram causando alguns estragos, como a queda de algumas árvores.

VEJA OS VÍDEOS DAS CHUVAS DE GRANIZO EM SERRA BRANCA DIVULGADO POR POPULARES NAS REDES SOCIAIS:

De Olho no Cariri

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O deputado federal Zé Tovão (PL-SC), aliado do senador e candidato à Presidência da República, Falávio Bolsonaro (PL-RJ), acionou o Tribunal Superior Eleitoral (TSE) contra o reajuste do Bolsa Família anunciado pelo presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) nesta quinta-feira (15).

O ministro André Mendonça foi sorteado relator do caso no TSE.

Com o reajuste, o piso do programa passa de R$ 600 para R$ 691. O novo valor começa a valer no mês de outubro, com pagamentos a partir de 19 de outubro, entre o primeiro e o segundo turno (se houver) das eleições presidenciais.

Segundo o Ministério do Planejamento, o custo do reajuste do Bolsa Família, neste ano, será de R$ 5,8 bilhões. Para 2027, o impacto nas despesas será de R$ 22,7 bilhões.

Em agosto, o governo enviou ao Legislativo a proposta de orçamento para 2027 sem contemplar aumento nos valores do programa.

O que diz o governo

O Ministério da Fazenda informou que o reajuste do Bolsa Família apenas repõe as perdas inflacionárias dos últimos anos, o que não equivaleria a um aumento do benefício social.

De acordo com a Advocacia-Geral da União (AGU), a lei que instituiu o novo Bolsa Família, em 2023, autoriza o Poder Executivo a “corrigir os valores dos benefícios e proíbe sua redução”.

“Ao editar o ato, o Governo Federal exerce, portanto, a competência que o Congresso Nacional lhe atribuiu”, acrescentou o orgão em posicionamento divulgado à imprensa.

Segundo a AGU, a correção do benefício pela inflação, sem a ampliação do público beneficiado, está “fora do alcance de qualquer vedação eleitoral”.

Com Portal G1