Carregamento de cloridrato de cocaína avaliado em quase R$ 8 milhões é apreendido em fundo falso de caminhão na Paraiba

A Polícia Rodoviária Federal na Paraíba aprendeu na noite desta quarta-feira (12), 188 kg de cloridrato de cocaína escondidos em um fundo falso de um caminhão, na Paraíba. A apreensão ocorreu durante abordagem realizada na Unidade Operacional da PRF em Mata Redonda, no município de Alhandra.

O veículo saiu do Espírito Santo e tinha como destino o Rio Grande do Norte.

O caminhão foi abordado após uma denúncia anônima realizada para o telefone de emergência 191. O denunciante informava que o condutor de um caminhão-trator Scania de cor branca estava realizando direção perigosa e que acreditava ter visto uma arma de fogo.

Ao abordar o veículo na BR 101, km 107, na Unidade da PRF em Mata Redonda, o condutor, um homem de 37 anos, já desceu do veículo agitado e alegando ser trabalhador. Os policiais iniciaram uma busca detalhada no veículo por uma suposta arma de fogo, localizando um fundo falso no interior da cabine, onde foi localizada toda a droga. Nenhuma arma de fogo foi encontrada.

O cloridrato de Cocaína é a versão mais pura da droga, de elevado valor para o crime organizado e que renderia uma grande quantidade de droga ao ser misturada antes da venda para o destino final. O prejuízo estimado ao crime organizado chega a quase R$ 8 milhões.

Durante a abordagem dois homens foram presos em flagrante. O condutor, um homem de 37 anos, e o passageiro, um homem de 20 anos, não possuíam antecedentes criminais e deverão responder por tráfico de drogas.

Os homens, toda a droga aprendida e o caminhão foram encaminhados para a sede da Polícia Federal em João Pessoa.

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O deputado federal Zé Tovão (PL-SC), aliado do senador e candidato à Presidência da República, Falávio Bolsonaro (PL-RJ), acionou o Tribunal Superior Eleitoral (TSE) contra o reajuste do Bolsa Família anunciado pelo presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) nesta quinta-feira (15).

O ministro André Mendonça foi sorteado relator do caso no TSE.

Com o reajuste, o piso do programa passa de R$ 600 para R$ 691. O novo valor começa a valer no mês de outubro, com pagamentos a partir de 19 de outubro, entre o primeiro e o segundo turno (se houver) das eleições presidenciais.

Segundo o Ministério do Planejamento, o custo do reajuste do Bolsa Família, neste ano, será de R$ 5,8 bilhões. Para 2027, o impacto nas despesas será de R$ 22,7 bilhões.

Em agosto, o governo enviou ao Legislativo a proposta de orçamento para 2027 sem contemplar aumento nos valores do programa.

O que diz o governo

O Ministério da Fazenda informou que o reajuste do Bolsa Família apenas repõe as perdas inflacionárias dos últimos anos, o que não equivaleria a um aumento do benefício social.

De acordo com a Advocacia-Geral da União (AGU), a lei que instituiu o novo Bolsa Família, em 2023, autoriza o Poder Executivo a “corrigir os valores dos benefícios e proíbe sua redução”.

“Ao editar o ato, o Governo Federal exerce, portanto, a competência que o Congresso Nacional lhe atribuiu”, acrescentou o orgão em posicionamento divulgado à imprensa.

Segundo a AGU, a correção do benefício pela inflação, sem a ampliação do público beneficiado, está “fora do alcance de qualquer vedação eleitoral”.

Com Portal G1