Segunda aplicação do Enem 2021 começa neste domingo para mais de 8 mil inscritos na Paraíba

O primeiro dia de provas da segunda aplicação do Exame Nacional do Ensino Médio (Enem) 2021 acontece neste domingo (9) para 8.555 candidatos na Paraíba. O exame acontece para quem teve isenção do pagamento em 2020, mas faltou nas provas e não justificou a ausência.

Também começa neste domingo a aplicação para os adultos privados de liberdade e jovens cumprindo medida socioeducativa que inclui privação de liberdade (Enem PPL). Na Paraíba, a prova acontece para 906 inscritos.

O segundo dia de provas acontece no domingo seguinte, dia 16 de janeiro. Os gabaritos devem ser divulgados no dia 19 de janeiro e o resultado no dia 11 de fevereiro.

Provas e horários

Neste primeiro dia, serão aplicadas as provas de Ciências Humanas, Linguagens e Códigos e Redação. No dia 16 de janeiro, os candidatos irão realizar as provas de Matemática e Ciências da Natureza.

Os portões abrem às 12h e fecham às 13h (horário de Brasília). O início das provas está marcado para 13h30, encerrado às 19h neste primeiro domingo.

No segundo dia, os portões abrem às 12h e fecham às 13h (horário de Brasília). A duração da prova é de 5 horas – das 13h30 às 18h30 (horário de Brasília).

O que levar no dia da prova

Além do documento oficial de identificação com foto e da caneta esferográfica de tinta preta, fabricada em material transparente, a máscara de proteção facial é item obrigatório em 2021, assim como foi em 2020.

G1 PB / Foto: Érico Andrade/g1

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O deputado federal Zé Tovão (PL-SC), aliado do senador e candidato à Presidência da República, Falávio Bolsonaro (PL-RJ), acionou o Tribunal Superior Eleitoral (TSE) contra o reajuste do Bolsa Família anunciado pelo presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) nesta quinta-feira (15).

O ministro André Mendonça foi sorteado relator do caso no TSE.

Com o reajuste, o piso do programa passa de R$ 600 para R$ 691. O novo valor começa a valer no mês de outubro, com pagamentos a partir de 19 de outubro, entre o primeiro e o segundo turno (se houver) das eleições presidenciais.

Segundo o Ministério do Planejamento, o custo do reajuste do Bolsa Família, neste ano, será de R$ 5,8 bilhões. Para 2027, o impacto nas despesas será de R$ 22,7 bilhões.

Em agosto, o governo enviou ao Legislativo a proposta de orçamento para 2027 sem contemplar aumento nos valores do programa.

O que diz o governo

O Ministério da Fazenda informou que o reajuste do Bolsa Família apenas repõe as perdas inflacionárias dos últimos anos, o que não equivaleria a um aumento do benefício social.

De acordo com a Advocacia-Geral da União (AGU), a lei que instituiu o novo Bolsa Família, em 2023, autoriza o Poder Executivo a “corrigir os valores dos benefícios e proíbe sua redução”.

“Ao editar o ato, o Governo Federal exerce, portanto, a competência que o Congresso Nacional lhe atribuiu”, acrescentou o orgão em posicionamento divulgado à imprensa.

Segundo a AGU, a correção do benefício pela inflação, sem a ampliação do público beneficiado, está “fora do alcance de qualquer vedação eleitoral”.

Com Portal G1