Paraíba registra 7 óbitos e 116 casos de Infuenza A H3N2 neste sábado

A Secretaria de Estado da Saúde (SES) divulgou neste sábado (8) um boletim epidemiológico referente aos casos de Infuenza A H3N2. O boletim informa um total de 116 casos, sendo 45 hospitalizados. Destes, sete casos evoluíram para óbito (sendo dois do sexo masculino e cinco do sexo feminino).

As vítimas da doença eram residentes de Boa Vista (02), Cajazeiras (01), João Pessoa (02), Pedras de Fogo (01) e Santa Rita (01). Todos com idade acima de 70 anos e fatores de risco ou comorbidades para complicações por influenza, como cardiopatia, diabetes, hipertensão e doença respiratória.

O primeiro óbito ocorreu no dia 29 de dezembro de 2021, demais ocorreram entre os dias 02 e 08 de janeiro de 2022. Local de ocorrência dos óbitos: 02 Prontovida, 01 Edson Ramalho, 01 Hospital Santa Izabel, 01 Regional Cajazeiras, 02 Hospital das Clínicas.

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O deputado federal Zé Tovão (PL-SC), aliado do senador e candidato à Presidência da República, Falávio Bolsonaro (PL-RJ), acionou o Tribunal Superior Eleitoral (TSE) contra o reajuste do Bolsa Família anunciado pelo presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) nesta quinta-feira (15).

O ministro André Mendonça foi sorteado relator do caso no TSE.

Com o reajuste, o piso do programa passa de R$ 600 para R$ 691. O novo valor começa a valer no mês de outubro, com pagamentos a partir de 19 de outubro, entre o primeiro e o segundo turno (se houver) das eleições presidenciais.

Segundo o Ministério do Planejamento, o custo do reajuste do Bolsa Família, neste ano, será de R$ 5,8 bilhões. Para 2027, o impacto nas despesas será de R$ 22,7 bilhões.

Em agosto, o governo enviou ao Legislativo a proposta de orçamento para 2027 sem contemplar aumento nos valores do programa.

O que diz o governo

O Ministério da Fazenda informou que o reajuste do Bolsa Família apenas repõe as perdas inflacionárias dos últimos anos, o que não equivaleria a um aumento do benefício social.

De acordo com a Advocacia-Geral da União (AGU), a lei que instituiu o novo Bolsa Família, em 2023, autoriza o Poder Executivo a “corrigir os valores dos benefícios e proíbe sua redução”.

“Ao editar o ato, o Governo Federal exerce, portanto, a competência que o Congresso Nacional lhe atribuiu”, acrescentou o orgão em posicionamento divulgado à imprensa.

Segundo a AGU, a correção do benefício pela inflação, sem a ampliação do público beneficiado, está “fora do alcance de qualquer vedação eleitoral”.

Com Portal G1