Prefeito de Sumé e presidente do CISCO cobra do DNIT recuperação de trechos da BR-412, principal rodovia do Cariri

O presidente do CISCO e prefeito de Sumé, Éden Duarte, encaminhou através do consórcio um ofício ao superintendente regional do DNIT da Paraíba, Marco Vinicius Melo Neto, solicitando atenção à necessidade da realização de recuperação asfáltica em trechos da BR-412.

Éden ressaltou que ele mesmo atestou os diversos buracos espalhados ao longo da rodovia, colocando a vida dos que trafegam em risco.

A BR-412 constitui-se como uma das mais importantes rodovias de ligação do Brasil, conectando-se as BR’s 110, 230 e 232, promovendo a circulação de pessoas, mercadorias e serviços entre os grandes centros urbanos do Nordeste, além de integrar as rodovias de duas regiões importantes de Pernambuco, a saber: região do Pajeú e do Agreste.

“Pedimos que esses buracos sejam tapados e a rodovia seja recuperada. Nós já fizemos isso em outros momentos e sempre fomos prontamente atendidos pelo DNIT, certamente o órgão tomará as devidas providências, já que essa é uma rodovia que corta todo o Cariri, é muito movimentada e importante para todos nós”, disse Éden.

O presidente do CISCO reforçou o apelo diretamente ao deputado estadual Caio Roberto, para que possa interceder junto ao DNIT e a situação ser resolvida o mais breve possível.

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O deputado federal Zé Tovão (PL-SC), aliado do senador e candidato à Presidência da República, Falávio Bolsonaro (PL-RJ), acionou o Tribunal Superior Eleitoral (TSE) contra o reajuste do Bolsa Família anunciado pelo presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) nesta quinta-feira (15).

O ministro André Mendonça foi sorteado relator do caso no TSE.

Com o reajuste, o piso do programa passa de R$ 600 para R$ 691. O novo valor começa a valer no mês de outubro, com pagamentos a partir de 19 de outubro, entre o primeiro e o segundo turno (se houver) das eleições presidenciais.

Segundo o Ministério do Planejamento, o custo do reajuste do Bolsa Família, neste ano, será de R$ 5,8 bilhões. Para 2027, o impacto nas despesas será de R$ 22,7 bilhões.

Em agosto, o governo enviou ao Legislativo a proposta de orçamento para 2027 sem contemplar aumento nos valores do programa.

O que diz o governo

O Ministério da Fazenda informou que o reajuste do Bolsa Família apenas repõe as perdas inflacionárias dos últimos anos, o que não equivaleria a um aumento do benefício social.

De acordo com a Advocacia-Geral da União (AGU), a lei que instituiu o novo Bolsa Família, em 2023, autoriza o Poder Executivo a “corrigir os valores dos benefícios e proíbe sua redução”.

“Ao editar o ato, o Governo Federal exerce, portanto, a competência que o Congresso Nacional lhe atribuiu”, acrescentou o orgão em posicionamento divulgado à imprensa.

Segundo a AGU, a correção do benefício pela inflação, sem a ampliação do público beneficiado, está “fora do alcance de qualquer vedação eleitoral”.

Com Portal G1