Pandemia da Covid-19 terá 2022 de transição e se transformará em doença endêmica nos próximos anos, diz secretário

Daniel Beltrammi, secretário executivo de gestão da rede de Unidades de Saúde da Paraíba, declarou que a perspectiva para 2022 da pandemia de Covid-19 é do início de uma transição de pandemia para uma endemia. Ele ressaltou a importância da vacinação de crianças para diminuir a circulação do vírus.

“Necessariamente precisamos poder prover a cobertura vacinal nas faixas etárias de 5 a 11 anos e mais adiante também poder alcançar as crianças menores de 5 anos. A nossa aposta repousa, então, sobre a possibilidade de termos maior cobertura vacinal e a partir dessa cobertura ainda maior proteção para reduzir a circulação do vírus e para evitar a todo o custo casos moderados e graves da doença covid-19″, disse.

O secretário declarou ainda que a doença deve estar controlada nos próximos anos, mas a população precisará conviver com o vírus em certos períodos do ano.

“Desta forma nós vamos fazer 2022 um ano de transição no meio de um quinquênio, no meio de um intervalo de 5 anos, com 2020/2021 marcado pelos anos mais difíceis, 2022 um ano de transição para que tenhamos um 2023 em 2024 em que o vírus paulatinamente vai sendo colocado na condição de endemia e não de pandemia, o que significa dizer vírus presente nos períodos das estações mais frias e chuvosas do ano, o que significa então que convivemos com o novo Coronavírus, mas com ele em absoluto e maior controle, podendo então fazer com que a gente possa esperançar pensar em dias melhores”, declarou.

 Ele ainda ponderou que “Claro que vai depender de todos e de cada um de nós vacina no braço máscara no rosto pelo tempo que for necessário enquanto vírus circula com grande intensidade”.

De Olho no Cariri 

Wscom

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O deputado federal Zé Tovão (PL-SC), aliado do senador e candidato à Presidência da República, Falávio Bolsonaro (PL-RJ), acionou o Tribunal Superior Eleitoral (TSE) contra o reajuste do Bolsa Família anunciado pelo presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) nesta quinta-feira (15).

O ministro André Mendonça foi sorteado relator do caso no TSE.

Com o reajuste, o piso do programa passa de R$ 600 para R$ 691. O novo valor começa a valer no mês de outubro, com pagamentos a partir de 19 de outubro, entre o primeiro e o segundo turno (se houver) das eleições presidenciais.

Segundo o Ministério do Planejamento, o custo do reajuste do Bolsa Família, neste ano, será de R$ 5,8 bilhões. Para 2027, o impacto nas despesas será de R$ 22,7 bilhões.

Em agosto, o governo enviou ao Legislativo a proposta de orçamento para 2027 sem contemplar aumento nos valores do programa.

O que diz o governo

O Ministério da Fazenda informou que o reajuste do Bolsa Família apenas repõe as perdas inflacionárias dos últimos anos, o que não equivaleria a um aumento do benefício social.

De acordo com a Advocacia-Geral da União (AGU), a lei que instituiu o novo Bolsa Família, em 2023, autoriza o Poder Executivo a “corrigir os valores dos benefícios e proíbe sua redução”.

“Ao editar o ato, o Governo Federal exerce, portanto, a competência que o Congresso Nacional lhe atribuiu”, acrescentou o orgão em posicionamento divulgado à imprensa.

Segundo a AGU, a correção do benefício pela inflação, sem a ampliação do público beneficiado, está “fora do alcance de qualquer vedação eleitoral”.

Com Portal G1