Prefeito Nananda diz que não existe rompimento em seu grupo, nega aliança com ‘família Anastácio’, mas defende nova política em Livramento

Tem repercutido na cidade de Livramento uma imagem onde o atual prefeito da cidade Nananda Barbosa aparece ao lado de sua esposa e secretária Janaina Michelly na presença de membros da família Anastácio, que foi adversária na eleição e conta com um vereador de oposição, Javan Anastácio.

A partir disso o fato também foi noticiado pela imprensa como uma visita política do gestor e aproximação entre os dois grupos no campo da política partidária, o que foi prontamente negado pelo prefeito.

Em conversa com nossa reportagem, Nananda explicou que durante as comemorações da semana de final de ano passava próximo a residência da “família Papé” quando encontrou duas pessoas amigas (Fabiano de Heleno e Emanuela, ex-colega de turma) que não via a muito tempo. O gestor foi chamado para entrar na residência onde os dois estavam e de forma educada jamais poderia se recursar.

“Entrei pouco mais de 10 minutos , por respeito, consideração. Eu tenho divergências políticas e não tenho inimigos pessoais, pois sou um líder de um grupo, um gestor, não prego a desunião, não vi para mudar somente a cara da cidade e sim a forma de fazer política”, disse o prefeito pregando o fim de uma política de ódio ou ataques pessoais na cidade.

Segundo Nananda na visita de 10 minutos onde o próprio proprietário da residência não estava não se falou em política e ouviu apenas vários elogios a forma como está conduzida a política de Livramento.

O prefeito reforçou que seu estilo de política é totalmente contra aquele do passado onde adversários e eleitores de lados contrários precisavam ser inimigos e se tratarem mal.

“Tenho uma visão totalmente diferente, somos uma cidade pequena, onde todos são praticamente famílias, todos se conhecem, não são proibidos de falar com nossos adversários, se entrigar, passando isto de geração em geração. Sei que está mentalidade é difícil em cidade do interior e pequena como a nossa, mas peço que confiem num homem que trabalho 24 horas por dia, para ter coragem de pelo menos tentar mudar esta mentalidade”, disse Nananda dizendo que essa política antiga chega ao absurdo que as crianças são proibidas a frequentar a casa de famílias adversárias.

Por fim, Nananda negou qualquer tipo de rompimento em seu grupo e afirmou que quando chegar o período eleitoral aí os palanques políticos serão montados, mas enquanto isso vai pregar que Livramento viva tempos de trabalho e respeito entre todos.

De Olho no Cariri

Paraíba Mix

COMPARTILHE ESSA NOTÍCIA

Facebook
WhatsApp
Print

O deputado federal Zé Tovão (PL-SC), aliado do senador e candidato à Presidência da República, Falávio Bolsonaro (PL-RJ), acionou o Tribunal Superior Eleitoral (TSE) contra o reajuste do Bolsa Família anunciado pelo presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) nesta quinta-feira (15).

O ministro André Mendonça foi sorteado relator do caso no TSE.

Com o reajuste, o piso do programa passa de R$ 600 para R$ 691. O novo valor começa a valer no mês de outubro, com pagamentos a partir de 19 de outubro, entre o primeiro e o segundo turno (se houver) das eleições presidenciais.

Segundo o Ministério do Planejamento, o custo do reajuste do Bolsa Família, neste ano, será de R$ 5,8 bilhões. Para 2027, o impacto nas despesas será de R$ 22,7 bilhões.

Em agosto, o governo enviou ao Legislativo a proposta de orçamento para 2027 sem contemplar aumento nos valores do programa.

O que diz o governo

O Ministério da Fazenda informou que o reajuste do Bolsa Família apenas repõe as perdas inflacionárias dos últimos anos, o que não equivaleria a um aumento do benefício social.

De acordo com a Advocacia-Geral da União (AGU), a lei que instituiu o novo Bolsa Família, em 2023, autoriza o Poder Executivo a “corrigir os valores dos benefícios e proíbe sua redução”.

“Ao editar o ato, o Governo Federal exerce, portanto, a competência que o Congresso Nacional lhe atribuiu”, acrescentou o orgão em posicionamento divulgado à imprensa.

Segundo a AGU, a correção do benefício pela inflação, sem a ampliação do público beneficiado, está “fora do alcance de qualquer vedação eleitoral”.

Com Portal G1