Em apenas três dias, Prefeitura de Parari constrói adutora de engate rápido e leva água do rio para as torneiras

A população da cidade de Parari como muitas outras da região vem sofrendo com a falta de água nas torneiras devido aos problemas na adutora do Congo que leva o líquido para o município.

Diante desta problemática o município vinha recebendo água de um açude em São João do Cariri, mas esse sistema também encontrou problemas com a falta de água no manancial.

Com a situação caótica, o prefeito de Parari, Genival Queiroz juntou técnicos e encontrou em menos de três dias a solução para essa problemática.

O gestor autorizou o uso de máquinas e construiu num prazo recorde uma mini-adutora de engate rápido que está extraindo a água do rio que corta o município e levando para as torneiras dos pararienses.

A ação que se quer faz parte das obrigações do executivo municipal foi prontamente parabenizada por toda população de Parari.

Em contato com nossa reportagem o Prefeito Genival Queiroz disse que não poderia deixar de medir esforços para que os pararienses continuem com água na torneira. O gestor aproveitou para pedir a todos consciência no uso da água que atualmente está em escassez.

Ascom

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O deputado federal Zé Tovão (PL-SC), aliado do senador e candidato à Presidência da República, Falávio Bolsonaro (PL-RJ), acionou o Tribunal Superior Eleitoral (TSE) contra o reajuste do Bolsa Família anunciado pelo presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) nesta quinta-feira (15).

O ministro André Mendonça foi sorteado relator do caso no TSE.

Com o reajuste, o piso do programa passa de R$ 600 para R$ 691. O novo valor começa a valer no mês de outubro, com pagamentos a partir de 19 de outubro, entre o primeiro e o segundo turno (se houver) das eleições presidenciais.

Segundo o Ministério do Planejamento, o custo do reajuste do Bolsa Família, neste ano, será de R$ 5,8 bilhões. Para 2027, o impacto nas despesas será de R$ 22,7 bilhões.

Em agosto, o governo enviou ao Legislativo a proposta de orçamento para 2027 sem contemplar aumento nos valores do programa.

O que diz o governo

O Ministério da Fazenda informou que o reajuste do Bolsa Família apenas repõe as perdas inflacionárias dos últimos anos, o que não equivaleria a um aumento do benefício social.

De acordo com a Advocacia-Geral da União (AGU), a lei que instituiu o novo Bolsa Família, em 2023, autoriza o Poder Executivo a “corrigir os valores dos benefícios e proíbe sua redução”.

“Ao editar o ato, o Governo Federal exerce, portanto, a competência que o Congresso Nacional lhe atribuiu”, acrescentou o orgão em posicionamento divulgado à imprensa.

Segundo a AGU, a correção do benefício pela inflação, sem a ampliação do público beneficiado, está “fora do alcance de qualquer vedação eleitoral”.

Com Portal G1