Prefeito de Ouro Velho finaliza viagem a Brasília e anuncia mais de R$ 7 milhões em investimentos para 2022

O prefeito de Ouro Velho, Dr. Augusto Valadares, finalizou a última passagem por Brasília neste ano de 2021. Durante esta última passagem, o gestor assinou todos os convênios de recursos destinados pelos Ministérios do Desenvolvimento, Cidadania, Turismo, Infraestrutura e Esportes no valor de mais de R$ 7 milhões de reais.

Os recursos serão aplicados em calçamentos e asfaltos de ruas, construção de quadras e ginásio de esporte, construção de praças, pavimentação de bairros, abastecimento de água na zona rural, poços e estradas vicinais.

Através das redes sociais, Dr. Augusto Valadares, agradeceu ao deputado federal e pré-candidato ao senado, Efraim Filho, pela destinação de diversas emendas para o município.

 “Agradecemos ao deputado federal e futuro senador Efraim Filho pela destinação de diversas emendas e pela parceria firmada neste ano de 2021. Nossa cidade segue caminhando rumo ao maior desenvolvimento de sua história,” comemorou.

De Olho no Cariri

Política Parahyba

COMPARTILHE ESSA NOTÍCIA

Facebook
WhatsApp
Print

O deputado federal Zé Tovão (PL-SC), aliado do senador e candidato à Presidência da República, Falávio Bolsonaro (PL-RJ), acionou o Tribunal Superior Eleitoral (TSE) contra o reajuste do Bolsa Família anunciado pelo presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) nesta quinta-feira (15).

O ministro André Mendonça foi sorteado relator do caso no TSE.

Com o reajuste, o piso do programa passa de R$ 600 para R$ 691. O novo valor começa a valer no mês de outubro, com pagamentos a partir de 19 de outubro, entre o primeiro e o segundo turno (se houver) das eleições presidenciais.

Segundo o Ministério do Planejamento, o custo do reajuste do Bolsa Família, neste ano, será de R$ 5,8 bilhões. Para 2027, o impacto nas despesas será de R$ 22,7 bilhões.

Em agosto, o governo enviou ao Legislativo a proposta de orçamento para 2027 sem contemplar aumento nos valores do programa.

O que diz o governo

O Ministério da Fazenda informou que o reajuste do Bolsa Família apenas repõe as perdas inflacionárias dos últimos anos, o que não equivaleria a um aumento do benefício social.

De acordo com a Advocacia-Geral da União (AGU), a lei que instituiu o novo Bolsa Família, em 2023, autoriza o Poder Executivo a “corrigir os valores dos benefícios e proíbe sua redução”.

“Ao editar o ato, o Governo Federal exerce, portanto, a competência que o Congresso Nacional lhe atribuiu”, acrescentou o orgão em posicionamento divulgado à imprensa.

Segundo a AGU, a correção do benefício pela inflação, sem a ampliação do público beneficiado, está “fora do alcance de qualquer vedação eleitoral”.

Com Portal G1