Governo decreta situação de emergência em 46 municípios paraibanos afetados pela estiagem; Seis municípios do Cariri integram a lista

O governador João Azevêdo decretou situação anormal caracterizada como situação de emergência em 46 municípios paraibanos afetados pela estiagem. O decreto foi publicado na edição desta terça-feira (28) do Diário Oficial do Estado e terá validade de 180 dias.

Na região do Cariri, seis municípios foram listados e integram os municípios afetados pela estiagem.

Esta situação de anormalidade é válida apenas para as áreas dos municípios, comprovadamente afetados pelo desastre, conforme prova documental estabelecida pelo formulário de Informação de desastre (FIDE), e pelo croqui das áreas afetadas, por município que será apresentado oportunamente.

A partir da urgência da situação vigente, estão dispensados de licitações os contratos de aquisição de bens e serviços necessários às atividades de resposta ao desastre, locação de máquinas e equipamentos, de prestação de serviços e de obras relacionadas com a reabilitação do cenário do desastre, desde que possam ser concluídas no prazo estipulado em lei.

Veja a lista dos municípios

1 AGUIAR
2 ALAGOA NOVA
3 ALAGOA GRANDE
4 ALAGOINHA
5 AMPARO
6 ARAÇAGÍ
7 AREIA DE BARAÚNAS
8 BELÉM
9 BOM JESUS
10 BOQUEIRÃO
11 BORBOREMA
12 BREJO DO CRUZ
13 CAIÇARA
14 CALDAS BRANDÃO
15 CATINGUEIRA
16 CUITEGÍ
17 DUAS ESTRADAS
18 GUARABIRA
19 GURINHÉM
20 IBIÁRA
21 IGARACY
22 ITATUBA
23 ITAPORANGA
24 JUAREZ TÁVORA
25 LAGOA DE DENTRO
26 LOGRADOURO

27 MALTA
28 MONTEIRO
29 OURO VELHO
30 PAULISTA
31 PILAR
32 PILÕES
33 PILÕEZINHOS
34 PIRPÍRITUBA
35 PRATA
36 RIACHÃO DO BACAMARTE
37 SANTA INÊS
38 SANTANA DE MANGUEIRA
39 SÃO JOSÉ DOS RAMOS
40 SERRA DA RAÍZ
41 SERRA GRANE
42 SERRA REDONDA
43 SERTÃOZINHO
44 SOBRADO
45 SUMÉ
46 VISTA SERRANA

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O deputado federal Zé Tovão (PL-SC), aliado do senador e candidato à Presidência da República, Falávio Bolsonaro (PL-RJ), acionou o Tribunal Superior Eleitoral (TSE) contra o reajuste do Bolsa Família anunciado pelo presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) nesta quinta-feira (15).

O ministro André Mendonça foi sorteado relator do caso no TSE.

Com o reajuste, o piso do programa passa de R$ 600 para R$ 691. O novo valor começa a valer no mês de outubro, com pagamentos a partir de 19 de outubro, entre o primeiro e o segundo turno (se houver) das eleições presidenciais.

Segundo o Ministério do Planejamento, o custo do reajuste do Bolsa Família, neste ano, será de R$ 5,8 bilhões. Para 2027, o impacto nas despesas será de R$ 22,7 bilhões.

Em agosto, o governo enviou ao Legislativo a proposta de orçamento para 2027 sem contemplar aumento nos valores do programa.

O que diz o governo

O Ministério da Fazenda informou que o reajuste do Bolsa Família apenas repõe as perdas inflacionárias dos últimos anos, o que não equivaleria a um aumento do benefício social.

De acordo com a Advocacia-Geral da União (AGU), a lei que instituiu o novo Bolsa Família, em 2023, autoriza o Poder Executivo a “corrigir os valores dos benefícios e proíbe sua redução”.

“Ao editar o ato, o Governo Federal exerce, portanto, a competência que o Congresso Nacional lhe atribuiu”, acrescentou o orgão em posicionamento divulgado à imprensa.

Segundo a AGU, a correção do benefício pela inflação, sem a ampliação do público beneficiado, está “fora do alcance de qualquer vedação eleitoral”.

Com Portal G1