EM JUAZEIRINHO: Vendedor morre atropelado após tentar atravessar rodovia

Um homem identificado como Manezão de Cazuza morreu vítima de atropelamento na BR-230 na manhã desta segunda-feira(12), no sítio Ilha Grande, zona leste de Juazeirinho, interior da Paraíba.

A informação inicial é de que Manezão, que comercializa abacaxi nas feiras livres, iria para Soledade vender seus produtos. Ele deixou a sua motocicleta em uma casa as margens da rodovia e quando foi atravessar a pista para esperar um transporte, foi atropelado por um veículo que vinha em alta velocidade e morreu na hora com a forte pancada.

O carro, que faz alternativo e é de uma cidade do Sertão, segundo informações iniciais, ficou danificado após o acidente e está no local

O corpo ainda está no local do acidente a espera do veículo rabecão da Gerência Executiva de Medicina Odontológica Especializada (Gemol) para ser removido ao Instituto de Polícia Científica (IPC) em Campina Grande, onde será necropsiado.

De Olho no Cariri

Com Heleno Lima

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O deputado federal Zé Tovão (PL-SC), aliado do senador e candidato à Presidência da República, Falávio Bolsonaro (PL-RJ), acionou o Tribunal Superior Eleitoral (TSE) contra o reajuste do Bolsa Família anunciado pelo presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) nesta quinta-feira (15).

O ministro André Mendonça foi sorteado relator do caso no TSE.

Com o reajuste, o piso do programa passa de R$ 600 para R$ 691. O novo valor começa a valer no mês de outubro, com pagamentos a partir de 19 de outubro, entre o primeiro e o segundo turno (se houver) das eleições presidenciais.

Segundo o Ministério do Planejamento, o custo do reajuste do Bolsa Família, neste ano, será de R$ 5,8 bilhões. Para 2027, o impacto nas despesas será de R$ 22,7 bilhões.

Em agosto, o governo enviou ao Legislativo a proposta de orçamento para 2027 sem contemplar aumento nos valores do programa.

O que diz o governo

O Ministério da Fazenda informou que o reajuste do Bolsa Família apenas repõe as perdas inflacionárias dos últimos anos, o que não equivaleria a um aumento do benefício social.

De acordo com a Advocacia-Geral da União (AGU), a lei que instituiu o novo Bolsa Família, em 2023, autoriza o Poder Executivo a “corrigir os valores dos benefícios e proíbe sua redução”.

“Ao editar o ato, o Governo Federal exerce, portanto, a competência que o Congresso Nacional lhe atribuiu”, acrescentou o orgão em posicionamento divulgado à imprensa.

Segundo a AGU, a correção do benefício pela inflação, sem a ampliação do público beneficiado, está “fora do alcance de qualquer vedação eleitoral”.

Com Portal G1