Prefeitura de Boa Vista celebra Outubro Rosa com diversas ações e inicia mutirão de inserção de DIU

A Prefeitura de Boa Vista realiza durante todo este mês ações alusivas à campanha Outubro Rosa, promovendo a saúde da mulher e conscientizando a população sobre diversas doenças. Dentro desta programação, iniciou um mutirão permanente para colocação de DIU e acompanhamento destas mulheres.

O movimento Outubro Rosa alerta a população sobre a importância da prevenção e do diagnóstico precoce do câncer de mama e do colo do útero, tipos mais comuns entre as mulheres em todo o mundo. Em Boa Vista diversas ações foram reforçadas durante este mês para conscientizar a população e promover a participação no cuidado e acompanhamento clínico.

No último sábado, dia 2, a Secretaria de Saúde de Boa Vista iniciou o mutirão, que passa a acontecer com frequência, para a inserção do DIU – dispositivo intrauterino de longa duração, reversível, eficaz, prático e seguro, além de permitir o planejamento familiar. As mulheres, que passam por uma triagem, participam de uma palestra educativa sobre os métodos contraceptivos, proteção contra doenças e podem tirar dúvidas.

De acordo com o prefeito André Gomes, a colocação deste método de contracepção “permite à mulher liberdade e saúde, empoderando-as e dando oportunidade para as famílias controle e planejamento”.

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O deputado federal Zé Tovão (PL-SC), aliado do senador e candidato à Presidência da República, Falávio Bolsonaro (PL-RJ), acionou o Tribunal Superior Eleitoral (TSE) contra o reajuste do Bolsa Família anunciado pelo presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) nesta quinta-feira (15).

O ministro André Mendonça foi sorteado relator do caso no TSE.

Com o reajuste, o piso do programa passa de R$ 600 para R$ 691. O novo valor começa a valer no mês de outubro, com pagamentos a partir de 19 de outubro, entre o primeiro e o segundo turno (se houver) das eleições presidenciais.

Segundo o Ministério do Planejamento, o custo do reajuste do Bolsa Família, neste ano, será de R$ 5,8 bilhões. Para 2027, o impacto nas despesas será de R$ 22,7 bilhões.

Em agosto, o governo enviou ao Legislativo a proposta de orçamento para 2027 sem contemplar aumento nos valores do programa.

O que diz o governo

O Ministério da Fazenda informou que o reajuste do Bolsa Família apenas repõe as perdas inflacionárias dos últimos anos, o que não equivaleria a um aumento do benefício social.

De acordo com a Advocacia-Geral da União (AGU), a lei que instituiu o novo Bolsa Família, em 2023, autoriza o Poder Executivo a “corrigir os valores dos benefícios e proíbe sua redução”.

“Ao editar o ato, o Governo Federal exerce, portanto, a competência que o Congresso Nacional lhe atribuiu”, acrescentou o orgão em posicionamento divulgado à imprensa.

Segundo a AGU, a correção do benefício pela inflação, sem a ampliação do público beneficiado, está “fora do alcance de qualquer vedação eleitoral”.

Com Portal G1