Ex-vocalista da banda de forró Noda de Caju morre em acidente na BR-232

O ex-vocalista da banda de forró Noda de Caju morreu em um acidente na noite da terça-feira (5), na BR-232, em Pesqueira, no Agreste de Pernambuco.

Segundo a Polícia Rodoviária Federal (PRF), Cláudio Francisco de Spíndola, de 50 anos, estava sozinho no carro quando perdeu o controle da direção. O veículo capotou várias vezes e parou somente ao bater em uma cerca de arames de uma área rural. O vidro da frente estourou e ele foi arremessado.

A PRF disse ainda que, ainda não se sabe o motivo que levou o cantor a perder o controle da direção. Ele viajava sentido Sanharó, onde morava com a família.

O corpo de Claudinho, como era conhecido, foi levado para o Instituto de Medicina Legal (IML) de Caruaru. O sepultamento será em Sanharó.

Banda Noda de Caju
A Noda de Caju nasceu em Arcoverde, no Sertão de Pernambuco, em 1990. A banda foi um dos maiores sucesso em Pernambuco e no Brasil entre 1997 até 1999. Depois deste tempo começou a passar por mudanças constantes entre os vocalistas.

Com G1 

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O deputado federal Zé Tovão (PL-SC), aliado do senador e candidato à Presidência da República, Falávio Bolsonaro (PL-RJ), acionou o Tribunal Superior Eleitoral (TSE) contra o reajuste do Bolsa Família anunciado pelo presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) nesta quinta-feira (15).

O ministro André Mendonça foi sorteado relator do caso no TSE.

Com o reajuste, o piso do programa passa de R$ 600 para R$ 691. O novo valor começa a valer no mês de outubro, com pagamentos a partir de 19 de outubro, entre o primeiro e o segundo turno (se houver) das eleições presidenciais.

Segundo o Ministério do Planejamento, o custo do reajuste do Bolsa Família, neste ano, será de R$ 5,8 bilhões. Para 2027, o impacto nas despesas será de R$ 22,7 bilhões.

Em agosto, o governo enviou ao Legislativo a proposta de orçamento para 2027 sem contemplar aumento nos valores do programa.

O que diz o governo

O Ministério da Fazenda informou que o reajuste do Bolsa Família apenas repõe as perdas inflacionárias dos últimos anos, o que não equivaleria a um aumento do benefício social.

De acordo com a Advocacia-Geral da União (AGU), a lei que instituiu o novo Bolsa Família, em 2023, autoriza o Poder Executivo a “corrigir os valores dos benefícios e proíbe sua redução”.

“Ao editar o ato, o Governo Federal exerce, portanto, a competência que o Congresso Nacional lhe atribuiu”, acrescentou o orgão em posicionamento divulgado à imprensa.

Segundo a AGU, a correção do benefício pela inflação, sem a ampliação do público beneficiado, está “fora do alcance de qualquer vedação eleitoral”.

Com Portal G1