Prefeitura de São João do Tigre promove o retorno das aulas presenciais com 50% do alunado

As crianças e adolescentes de São João do Tigre voltaram à sala de aula nesta terça-feira (05). O retorno presencial das atividades escolares se dá de forma gradual e obedecendo todos os protocolos sanitários de prevenção à Covid-19.

Segundo o prefeito Márcio Leite, nesse primeiro momento apenas 50% das turmas voltaram às atividades, possibilitando assim que as salas de aula comportassem a quantidade adequada de alunos, garantindo o distanciamento solicitado pelos órgãos de saúde.

Retornaram às aulas alunos da Educação Infantil ao Ensino Fundamental 2. Todas as escolas do município voltaram a receber o alunado, inicialmente com estudantes do Pré 2; 1º, 2º e 5º anos e 6º e 9º anos.

A Prefeitura de São João do Tigre, por meio da Secretaria de Educação, ainda promoveu um evento para professores e profissionais da educação. A 2ª Imersão Pedagógica tratou principalmente do controle das emoções, a fim de contribuir com a formação de todos para este retorno de atividades ainda dentro da pandemia.

Para a secretária Cristiane Costa, o retorno ainda híbrido das atividades escolares é uma conquista para alunos, pais e os próprios profissionais da educação, que enfrentaram muitas dificuldades para manter a qualidade do ensino de forma exclusivamente remota. “Agora chegou o grande momento do reencontro e aos poucos, com o avançar da vacinação, toda a atividade escolar voltará à normalidade. Preparamo-nos para isso. Recebemos sempre total apoio do prefeito Márcio Leite e agora vamos continuar a promover uma educação de qualidade para os filhos dos tigrenses”.

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O deputado federal Zé Tovão (PL-SC), aliado do senador e candidato à Presidência da República, Falávio Bolsonaro (PL-RJ), acionou o Tribunal Superior Eleitoral (TSE) contra o reajuste do Bolsa Família anunciado pelo presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) nesta quinta-feira (15).

O ministro André Mendonça foi sorteado relator do caso no TSE.

Com o reajuste, o piso do programa passa de R$ 600 para R$ 691. O novo valor começa a valer no mês de outubro, com pagamentos a partir de 19 de outubro, entre o primeiro e o segundo turno (se houver) das eleições presidenciais.

Segundo o Ministério do Planejamento, o custo do reajuste do Bolsa Família, neste ano, será de R$ 5,8 bilhões. Para 2027, o impacto nas despesas será de R$ 22,7 bilhões.

Em agosto, o governo enviou ao Legislativo a proposta de orçamento para 2027 sem contemplar aumento nos valores do programa.

O que diz o governo

O Ministério da Fazenda informou que o reajuste do Bolsa Família apenas repõe as perdas inflacionárias dos últimos anos, o que não equivaleria a um aumento do benefício social.

De acordo com a Advocacia-Geral da União (AGU), a lei que instituiu o novo Bolsa Família, em 2023, autoriza o Poder Executivo a “corrigir os valores dos benefícios e proíbe sua redução”.

“Ao editar o ato, o Governo Federal exerce, portanto, a competência que o Congresso Nacional lhe atribuiu”, acrescentou o orgão em posicionamento divulgado à imprensa.

Segundo a AGU, a correção do benefício pela inflação, sem a ampliação do público beneficiado, está “fora do alcance de qualquer vedação eleitoral”.

Com Portal G1