EM MONTEIRO: Motociclista e passageiro ficam feridos após caírem de pontilhão na Transposição do Rio São Francisco

Um acidente na noite de domingo (26) deixou o condutor de uma motocicleta e o passageiro feridos. Os dois caíram de uma ponte, após perder o controle da motocicleta.

De acordo com informações, o acidente aconteceu no sitio Bredos, zona rural de Monteiro, próximo ao Bar do Gavião, em um Pontilhão da Transposição do Rio São Francisco. Ainda de acordo com informações, as vítimas só foram encontradas nas primeiras horas da manhã desta segunda-feira (27).

Uma unidade do Serviço de Atendimento Móvel o SAMU, realizou os primeiros socorros ainda no local, em seguida encaminhou os dois jovens para o Hospital Regional de Monteiro, onde passam por avaliação médica.

De Olho no Cariri

O Pipoco

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O deputado federal Zé Tovão (PL-SC), aliado do senador e candidato à Presidência da República, Falávio Bolsonaro (PL-RJ), acionou o Tribunal Superior Eleitoral (TSE) contra o reajuste do Bolsa Família anunciado pelo presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) nesta quinta-feira (15).

O ministro André Mendonça foi sorteado relator do caso no TSE.

Com o reajuste, o piso do programa passa de R$ 600 para R$ 691. O novo valor começa a valer no mês de outubro, com pagamentos a partir de 19 de outubro, entre o primeiro e o segundo turno (se houver) das eleições presidenciais.

Segundo o Ministério do Planejamento, o custo do reajuste do Bolsa Família, neste ano, será de R$ 5,8 bilhões. Para 2027, o impacto nas despesas será de R$ 22,7 bilhões.

Em agosto, o governo enviou ao Legislativo a proposta de orçamento para 2027 sem contemplar aumento nos valores do programa.

O que diz o governo

O Ministério da Fazenda informou que o reajuste do Bolsa Família apenas repõe as perdas inflacionárias dos últimos anos, o que não equivaleria a um aumento do benefício social.

De acordo com a Advocacia-Geral da União (AGU), a lei que instituiu o novo Bolsa Família, em 2023, autoriza o Poder Executivo a “corrigir os valores dos benefícios e proíbe sua redução”.

“Ao editar o ato, o Governo Federal exerce, portanto, a competência que o Congresso Nacional lhe atribuiu”, acrescentou o orgão em posicionamento divulgado à imprensa.

Segundo a AGU, a correção do benefício pela inflação, sem a ampliação do público beneficiado, está “fora do alcance de qualquer vedação eleitoral”.

Com Portal G1